Fax Sindical 28 de outubro de 2013
Aviso Sindical Importante.
Amanhã, 29/10, terça-feira, 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina, irá se realizar mais uma Assembléia Geral dos Médicos de Juiz de Fora.
Na pauta:
(1) Relato da comissão que elabora o plano de cargos, carreira e salários específico dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.
(2) Relato do Jurídico do Sindicato - mandato de segurança.
A Secretaria Municipal de Saúde expediu determinação para que médicos estaduais e federais sejam excluídos da flexibilização de carga horária instituída por lei municipal. Médicos estaduais e federais estão sob gestão do município e não podem ser discriminados por uma política de recursos humanos que desconheça o princípio da isonomia em suas relações trabalhistas.
A mentalidade "mais médicos", centrada no trabalho médico precário e em condições deficientes e em centrar nos profissionais de saúde a culpa por má gestão, financiamento deficiente e corrupção é rechaçada pelos médicos de Juiz de Fora e pelas pessoas esclarecidas.
A mobilização e unidade entre os profissionais é, mais do que nunca, necessária para a luta contra os inimigos da Medicina e da classe médica, que são encabeçados pelo próprio Ministério da Saúde. Sob inspiração dessa instância governamental a presidente da República veta sistematicamente qualquer melhoramento ou reivindicação da classe médica e expande a precariedade do trabalho médico no serviço público, criando um clima de confronto com toda a classe médica.
Esses eventos são muito claros e sinalizam que a hora é de união. As diferenças devem ser minimizadas e a união valorizada acima de tudo. Conselhos Federal e regionais, associações médicas nacionais, regionais, estaduais e locais, federações e sindicatos, cooperativas médicas de trabalho, crédito e consumo, médicos parlamentares, secretários, prefeitos e dirigentes políticos, todos devem se unir nessa luta junto com a esmagadora maioria dos 400 mil médicos brasileiros. A união faz a força e é a hora da união. Os chapa-branca e os apaniguados do Padilha devem ser vistos com desconfiança
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Assembléia dos médicos de Juiz de Fora dois 29/10
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Fax Sindical - 06.maio.2013 - Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora - Assembleia Geral Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora - 07/05/2013 - 19:30 - Sociedade de Medicina
As negociações entre médicos e Prefeitura de Juiz de Fora caminham lentamente. A urgência de soluções para os problemas conhecidos não parece existir. Os salários dos médicos ficam desfasados, as condições de trabalho deterioram-se e as exigências crescem, criando um clima próprio ao assédio moral, à falta de motivação, ao desânimo e à desmoralização.
Os médicos sofrem discriminação inaceitável dentro da Prefeitura (25% menos que nível superior, falta de concursos públicos, salário inferior a 3 mínimos).
Todas as respostas a isso vão depender da mobilização da nossa classe, da solidariedade entre as entidades médicas, de assembleias fortes capazes de decisões fortes e audazes. A situação difícil dos médicos municipais deve ficar clara para a opinião pública, para o movimento sindical, para autoridades e sociedade civil organizada. Por essas razões reforçamos o nosso apelo aos médicos da Prefeitura que compareçam à assembleia, divulguem e convidem. A hora pede união e luta.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Médicos municipais de Juiz de Fora em alerta
. *** Fax Sindical *** .21.11.12
Sindicato dois Médicos de Juiz Fora e Zona da Mata MG
21 de novembro de 2012
..............................................
ATENÇÃO MÉDICOS ESPECIALISTAS DA ATENÇÃO SECUNDÁRIA.
MOBILIZAÇÃO JÁ!
QUEREM DESTRUIR A ATENÇÃO SECUNDÁRIA PARA FACILITAR A PRIVATARIA.
Alerta - Aviso Sindical Importante.
O Conselho Municipal de Saúde, por meio da ação de alguns poucos conselheiros, poderá ser induzido a aprovar algum tipo de resolução que possibilita a ampliação do número de consultas por turno trabalhado, das atuais doze para 14 ou 16. O Sindicato adverte que essa medida irá ampliar a crise da atenção secundária, porque, aliada à má remuneração e deterioração das condições de trabalho e atendimento, arruinaria ainda mais a motivação dos profissionais, causando pedidos de demissões, antecipações de aposentadorias e desinteresse dos novatos. Ao permitir o sucateamento da atenção secundária, abriria as portas da privataria, da precarização e das terceirizações ilegais, escondidas sob a pele de cordeiro de "parcerias" (sinônimo atual de privataria na área de saúde).
Por isso o sindicato apela desde já pela atenção e divulgação desse fato entre os médicos da atenção secundária. Vamos divulgar e mobilizar para lutar contra mais esse desacerto da gestão municipal que está findando.
EM DEFESA DO SUS PÚBLICO E DE QUALIDADE!
CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE SAÚDE!
EM DEFESA DA DIGNIDADE DO TRABALHO MÉDICO!
Consultório não é loja de conveniências e nem linha de montagem.
.................................................................
LUTA PELA VALORIZAÇÃO DA MEDICINA NO SERVIÇO PÚBLICO COMEÇA A DAR RESULTADOS
Governo Federal pede sugestões de planos de cargos e salários para profissionais do SUS
Fonte: Agência Brasil
O Ministério da Saúde estabeleceu até dia 30 de novembro para os secretários de Saúde darem sugestões de planos de cargos, carreiras e salários e de melhoria das condições de trabalho de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS).
A intenção do governo é promover melhorias nas condições de trabalho dos profissionais do SUS.
Mozart Sales, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde do Ministério da Saúde, disse em nota que o objetivo é estimular gestores e profissionais a encontrarem, de maneira integrada, soluções inovadoras que possam melhorar as condições dos profissionais do SUS e evitar a fragilização dos vínculos trabalhistas.
O Ministério da Saúde deve investir R$ 29 milhões em dez projetos de abrangência intermunicipal e/ou regional que serão selecionados entre os enviados. Destes, sete selecionados serão projetos de melhorias das relações e dos vínculos de trabalho e três de planos de carreira, cargos e salários.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) sugere que seja adotada uma carreira de estado com dedicação exclusiva, semelhante a dos magistrados. No Dia do Médico, comemorado em outubro, o presidente do CFM, Roberto d'Ávila diz que é uma boa forma de valorizar o trabalho dos médicos e, além disso, suprir a carência de profissionais em cidades menores, principalmente da região amazônica e do interior do Nordeste do país.
http://www.simesp.com.br/imprensa.php?Ler-editoria;4707
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Sindicato: -Em Juiz de Fora ainda há muito desrespeito ao trabalho médico
. *** Fax Sindical *** .19.11.12
De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
Data:19 de novembro de 2012
Referência: Flagrantes de desrespeito ao trabalho médico
É necessária mobilização e luta
1- Em Juiz de Fora, apoiadores do prefeito e candidato derrotado querem transformar consultórios médicos em linha de montagem.
2- Em Minas, prefeitos derrotados se desfazem de mão de obra precária e deixam milhares sem atenção em saúde.
3- Médico, estarrecido com tantas irregularidades, pede auditoria do Ministério do Trabalho nos hospitais locais.
..................................................................
QUEREM ANIQUILAR A ATENÇÃO SECUNDÁRIA NO SUS DE JUIZ DE FORA
Interesses da privataria?
Existem vozes negativas, armadas de preconceitos e concepções discutíveis que, vez por outra, se erguem em desrespeito ao trabalho médicos. Essas vozes são de pessoas surdas à deterioração das condições de trabalho no SUS e cegas diante da má remuneração que vitima os profissionais da saúde na Prefeitura de Juiz de Fora.
O secretário executivo do Conselho Municipal de Saúde, Sr. Jorge Ramos e a Sra. Edna, ouvidora municipal de saúde, agora querem afligir a atenção secundária, setor crítico no sistema público de saúde, atingido por importante déficit de médicos, com a ideia de produção em massa de consultas, pensando que a consulta médica é trabalho igual a montar um automóvel. A produção em série de consultas rebaixa a qualidade do serviço e prejudica os médicos e usuários, a quem submete a um atendimento de terceira classe, cheio de riscos.
Curiosamente, os dois defensores da ideia no Conselho são nomes identificados com a candidatura do atual prefeito à reeleição, candidatura esmagada pela rejeição e que teve resultado pífio. A gestão do atual prefeito na saúde não foi feliz. A rejeição a ele entre os profissionais de saúde é elevadíssima. Mas o Sr. Jorge Ramos não se acanhou em mostrar a sua cara e dar depoimento em respaldo a esse candidato amplamente derrotado.
Agora querem tentar, na administração cessante, ampliar o número de consultas que cada médico especialista faz por turno. Com isso, irresponsavelmente, vão deteriorar a situação da atenção secundária.
Tornarão a função menos atraente e, consequentemente, afugentarão profissionais e provocarão desinteresse dos novatos e demissões entre os veteranos. Não é de se estranhar se medidas desse feitio sejam úteis aos interesses da privataria. Aniquilar a atenção secundária pode ser um passo importante para aniquilá-la e entregá-la a interesses privados.
...................................................................
..............................................................................
PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO MÉDICO DEIXA MILHARES SEM SUS EM MINAS
A precarização do serviço público de saúde tem deixado milhões de brasileiros desassistidos. Essa situação persiste impunemente, sem que providências concretas e definitivas sejam tomadas pelas autoridades. Aqui vemos cidades inteiras deixadas sem assistência em saúde porque prefeitos suspenderam contratos e salários de profissionais dos serviços públicos de saúde. A matéria saiu no jornal "Estado de Minas".
Prefeitos em fim de mandato deixam população sem médico
Derrotados nas urnas em pelo menos 13 cidades mineiras rescindem contratos, atrasam pagamentos e demitem profissionais da saúde.
Felipe Canêdo
Alessandra Mello
Publicação: 17/11/2012 07:12 Atualização: 17/11/2012 07:33
Depois das eleições municipais, pelo menos 13 cidades mineiras sofrem com problemas graves na área da saúde, como rescisões de contratos, demissões de médicos e atrasos em pagamentos de funcionários hospitalares, o que leva a população a enfrentar filas e sofrer com a precarização do atendimento. “Alguns municípios, como Lagoa da Prata, já vinham tendo problemas, mas depois da eleição isso piorou de forma aguda. O cenário está caótico e vai ficar pior até janeiro”, avalia o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Gomes Soares. Ele cita outras 10 cidades do estado que passam por situação semelhante: João Monlevade, Divinópolis, Sete Lagoas, Santa Luzia, Nova Serrana, Diamantina, Manhuaçu, Betim, Oliveira e Campo Belo. Além dessas, Matozinhos e Glaucilândia registram as mesmas dificuldades. A entidade se une à Associação Médica de Minas Gerais e ao sindicato da categoria no estado (Sinmed-MG) para deflagrar uma ação conjunta para alertar a população e defender os profissionais. “Uma responsabilidade das prefeituras está sendo injustamente transferida para os médicos, isso é grave.
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/11/17/interna_politica,330375/prefeitos-em-fim-de-mandato-deixam-populacao-sem-medico.shtml
..............................................................................
MÉDICO INDIGNADO COM IRREGULARIDADES PEDE AUDITORIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EM HOSPITAIS DE JUIZ DE FORA
Necessidade de auditores ficais do trabalho nos Hospitais de Juiz de Fora.
Venho, inicialmente ressaltar a enorme importância do papel dos sindicatos, pela fiscalização e busca incansável de melhores condições de trabalho para os profissionais de seus respectivos sindicatos. Históricamente, é inegável, que o Brasil em muito deveu sua evolução sócio, cultural e econômica , à participação ativa dos sindicatos, em forma de movimentos organizados e constitucionais, em incansáveis lutas por melhorias de suas categorias. Fato este, que se repete até os dias atuais, em muitas das categorias de trabalho, cujos trabalhadores, não só anseiam por esta atitude, como também necessitam dela enormemente para sobrevivência digna da categoria. Porém, o que me surpreende, em meus relativos iniciais anos de profissional médico, nove anos no total, é que a categoria médica, tem andado na contra-mão de toda tendência mundial e nacional, quando cada segmento profissional organizado, se dispor a cada vez mais, elevar o nível de seus trabalhadores. Como médico plantonista há mais de 09 anos, é nítido que os hospitais, em sua maioria intuições privadas, filantrópicas, privadas com contratualização com o SUS ou mesmo eminente mente públicas, desrespeitam jocosamente os direitos trabalhistas dos médicos; ainda que sejamos uma classe de diferenciado nível de formação acadêmica e prestadora de serviços de excepcional relevância. Obviamente, nenhuma categoria profissional deve ter seus direitos maculados, porém salta aos olhos, como a classe médica esta sendo desprezada, desrespeitada e ignorada, como se justiça e leis trabalhistas , ainda andassem nos primórdios de nossa sociedade. Indigno-me observar, que nos hospitais em que trabalho e nos demais hospitais que outros colegas trabalham na cidade de Juiz de Fora, impera a completa inobservância das leis trabalhistas; trabalhamos várias horas por semanas....algunas 40, 50, 70, 80 horas semanais....Porém desconhecemos completamente o que é o vínculo empregatício, NENHUM desses locais se dispõem a registrar carteira de trabalho para os médicos...simplesmente, ele não existe. Férias, décimo terceiro, FGTS....são luxos com quais não devemos nunca contar. Enfim, somos legalmente irregulares, para o simples e óbvio fim de se lucrar mais e mais com a exploração de nosso trabalho, às custas de se ignorar leis trabalhistas; ainda que todos os deveres trabalhistas e mais um pouco, nos sejam exigidos a tempo e a hora. Me pergunto, se há sindicato em nossa cidade, se há delegacia de conselho regional de medicina, se há justiça do trabalho, por que, então, nunca se vê nenhuma atitude para se fiscalizar, punir ou mesmo incentivar os hospitais a respeitarem leis trabalhistas, como qualquer outra empresa. Nunca, em 09 anos sendo submetido a este tipo de situação, e ratifico aqui, NUNCA, vi nem um único fiscal do trabalho adentrar algum hospital da cidade, para averiguar a fundo a quantas andas as situações dos médicos de sua cidade. Peço, que o sindicato e o CRM, mobilizem junto ao órgão jurídico responsável, para passar a limpo, essa parte de nossa história manchada pela inércia dos órgão competentes. Trata-se este sim, de um apelo de indignação, com as tamanhas incorreções com que nossa classe médica vem sofrendo, mas também trata-se de um ato de esperança e de expectativa, de que a partir deste, poderei ver em breve, auditores ficais do trabalho exercendo sua digníssima atividade dentro dos hospitais, e que também poderei ver médico como eu e como tantos outros profissionais desse pais, com seus direitos trabalhistas plenamente cumpridos, como carteira de trabalho, carga horária semanal respeitada, férias, décimo terceiro, FGTS, aposentadoria junto a previdência social.... Enfim, que meu apelo, sirva de mobilização a quem de responsabilidade e!
Atenciosamente,
(Nome omitido)
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Juiz de Fora: crise no SUS atesta descaso do governo municipal
. *** *** *** FAX SINDICAL *** *** *** .
Data: 18 de setembro de 2012.
De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.
___________________________________________________________________________________
CRISE NA SAÚDE EM JUIZ DE FORA PROVOCA TUMULTO EM UNIDADES DE SAÚDE
Um importante jornal local noticiou hoje (18 de Setembro de 2012) que ''Usuários reclamam da falta de médicos". A carência foi anotada em três unidades. Uma UPA terceirizada (Santa Luzia, unidade pública precarizada gerida pela Maternidade Terezinha de Jesus), no HPS e na UAPS (Unidade de Atenção Primária à Saúde) do bairro Vila Olavo Costa.
A crise que o SUS em Juiz de Fora costuma ultrapassar os limites das simples e frequentes queixas e denúncias de usuários e trabalhadores do setor e atingir os noticiários. Foi o que aconteceu, mais uma vez, neste 18 de setembro.
Na matéria lê-se, além da constatação dos fatos, algumas falas inconsistentes. A da secretária e da ouvidora municipal de saúde. A mais curiosa é a da ouvidora, que atribui a carência de médicos ao licenciamento de alguns profissionais para disputar cargos públicos. Em conversa telefônica com o presidente do Sindicato dos Médicos ela teria negado o teor dessa declaração. Mas o que ficou registrado foi isso: a Ouvidora parece desinformada. São 14 médicos que disputam uma vaga na Câmara Municipal e 2 candidatos a vice-prefeito. Nem todos atendem na rede pública de saúde. Em uma cidade de mais de 500 mil habitantes é impossível imaginar que a falta de uma dezena de médicos vá causar colapso nos serviços de saúde. Na verdade, essa declaração parece ignorar que o atual prefeito e candidato à reeleição até hoje não realizou um único concurso público para médicos municipais. Recorreu a contratos temporários e terceirizações, ocasionando rotatividade de mão de obra altamente qualificada, carência de recursos humanos e falta de motivação entre os profissionais.
O Sindicato dos Mëdicos, juntamente com o Sinserpu, que representa as demais categorias de trabalhadores que atuam na saúde, tem denunciado a situação precária dos serviços públicos de saúde, que apresentou notória deterioração na atual gestão. Sucateamente, carência de recursos humanos e materiais, desabastecimento sistemático, obsolescência, precarização.
Desde 2009 os médicos tem feito tentativas de negociação com o prefeito Custódio Mattos, candidato à reeleição. Por quatro anos protocolou ofícios e marcou audiência tentando encontrar o prefeito. Sem êxito. O prefeito não se abriu para negociações democráticas.
A atitude autoritária e antidemocrática do Prefeito Custódio Mattos empurrou os médicos para a greve. Duas foram realizadas. Uma em 2009 e outra em 2011, esta com 40 dias de duração. Na primeira, o secretário de Administração chegou a assinar um acordo com a categoria, propondo a criação de duas comissões. Uma para criar a carreira de médico na Prefeitura de Juiz de Fora e outra para corrigir os problemas no atendimento. Dessa segunda, participaria o Conselho Municipal de Saúde. Simplesmente a administração do Prefeito Custódio Mattos não cumpriu a palavra empenhada e assinada. Isso dá um noção clara de como o prefeito e candidato à reeleição trataram as políticas de recursos humanos na área de saúde e de como essa negligência atinge a rede pública de saúde.
As UPAs são geridas por entes privados e a administração municipal tem tentado passar a idéia de que são bem avaliadas pela população. Notícias frequentes e informações do conhecimento do Sindicato dão conta que essa boa avaliação é um artefato. A pesquisa relatada é feita sem metodologia adequada, sem auditoria independente e sem qualquer tipo de fiscalização. Há a suspeita de que essas pesquisas duvidosas são realizadas pelos próprios entes privados "sem fins lucrativos" e que "lucram", de alguma maneira, com esse negócio de terceirizações e privatizações, cinicamente rebatizados de "parcerias".
A matéria completa pode ser conferida no link abaixo:
http://www.tribunademinas.com.br/cidade/usuarios-reclamam-da-falta-de-medicos-1.1157021

sexta-feira, 22 de junho de 2012
Fax: -Sindicato considera rompidas negociações com Prefeitura de Juiz de Fora
Fax Sindical - 22 de junho de 2012
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais
***************************************
Médicos municipais da Prefeitura de Juiz de Fora
Novos rumos para o movimento. Não apenas os médicos, mas profissionais de saúde de todos os setores da Prefeitura e também a servidores públicos estaduais municipalizados manifestam seu descontentamento com salários e condições de trabalho oferecidos pelo governo do prefeito Custódio Mattos. Assembléia decide e Sindicato declara suspensas negociações com a administração Custódio. Vitor Valverde não apresentou qualquer proposta válida para reestruturação da carreira médica.
Próxima assembléia será 03 de julho, 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Aberta a todos os servidores públicos municipais, municipalizados e terceirizados que atuam no serviço público municipal na área de saúde. Está mantido o indicativo de greve de advertência de três dias - o cartão amarelo para o Custódio. Aguardamos a presença dos vereadores médicos.
............................................................................
Conforme decisão da mesma assembléia, está sendo elaborada nota publica, a ser divulgada nos meios de comunicação, para dar conhecimento à opinião pública, às autoridades, à sociedade civil organizada e a toda a classe médica do rompimento das negociações, que foram transformadas em farsa pela administração Custódio.
Também crescem as denúncias sobre os problemas e deficiências do sistema público de saúde gerido pela Prefeitura. Custódio Mattos promete inaugurar prédios e parece ignorar que saúde é feita por pessoas trabalhando para outras pessoas, com instrumental, materiais e equipamentos adequados. Não é a inauguração de obras eleitoreiras, de prédios e paredes feitos às vésperas das eleições, que trarão soluções consistentes e duradouras para a saúde pública. Isso é o que precisa ser entendido.
Ao adotar uma postura negativista e desrespeitosa frente aos médicos municipais, o governo municipal afasta-se da realidade da saúde. O que o Sindicato dos Médicos está pedindo é o diálogo, a negociação e outros instrumentos da democracia, para buscar consensos e soluções. O prefeito até agora não recebeu a representação classista dos médicos municipais. Custódio Mattos está causando decepções e frustrações na classe médica. Em um meio onde o atual prefeito obteve nas eleições passadas mais de dois terços dos votos, ele conseguiu trair as melhores expectativas e hoje enfrenta forte rejeição.
***************************************
Quer receber notícias e informes do Sindicato dos Médicos por SMS (mensagem no celular) grátis? Envie o número do celular e seu nome para o email contato@sindmedicos.org.br solicitanto receber informações pelo celular.
Válido apenas para código de área 32.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
FAX SINDICAL 919 - SOS MÉDICOS PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA!
SOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA
________________________________________________________________________________
DATA: 20 DE JULHO DE 2011
DE: SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA MG
Assunto: Assembléia dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora mantém boicote ao ponto biométrico. SEM ACORDO NÃO HÁ BIOMETRIA! Próxima ASSEMBLÉIA marcada para dia 02 de agosto de 2011, 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina.
ATENÇÃO! DIVULGUE O FAX SINDICAL! MOBILIZE! PARTICIPE! A PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ DIA 02 DE AGOSTO, PRÓXIMA TERÇA FEIRA, 19 HORAS E 30 MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA. COMPAREÇA! ASSEMBLÉIA CHEIA FORTALECE A LUTA PELA DIGNIDADE MÉDICA!
SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA! Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!Boicote a biometria!
_______________________________________________________________________________
EM JUIZ DE FORA, MÉDICOS DA PREFEITURA PEDEM SOCORRO!
INFORMES SOBRE O MOVIMENTO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA
Entre as assembléias dos dias 12 e 19 de julho, não houve qualquer reunião com representantes da Prefeitura, deixando claro a má vontade de negociar, a prevenção discriminatória contra toda uma categoria profissional. O Prefeito Custódio de Matos, apesar de duas solicitações, não atendeu a uma representação dos médicos da Prefeitura. A primeira solicitação foi feita formalmente, por ofício protocolado no gabinete. A segunda, formalmente, marcada no próprio gabinete. Em nenhuma das reuniões entre sindicalistas médicos e seu secretário Vitor Valverde, Custódio de Matos apareceu. Durante 40 dias de greve, o secretário do Prefeito apenas recebeu sindicalistas médicos 4 vezes, demonstrando assim má vontade em relação às negociações.
O boicote à biometria foi uma decisão tomada pelos médicos em Assembléia, por ampla maioria. Lembramos que essa decisão foi tomada após a decretação da ilegalidade da greve pelo Desembargador Kildare, do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. A ilegalidade foi pedida pelo promotor Rodrigo Ferreira de Barros, após breve visita que fez ao HPS no dia 13 de maio. Ele alegou que a greve dos médicos provocava desassistência. Os jornais hoje revelam, apesar do contradiscurso oficial, que as impressões do citado promotor foram equivocadas. O HPS passou um fim de semana sem plantões médicos. A Prefeitura de Juiz de Fora conhece o problema, não convoca concurso público para preenchimento de vagas e nem negocia com o Sindicato uma forma de melhor compensar os profissionais que atuam na urgência e emergência. O resultado da atitude da administração é a desassistência, que continua existindo, continua sendo notícia e, como se vê, não tem qualquer relação com a greve dos médicos. No dia 11 de agosto deverá o Tribunal de Justiça pronunciar-se acerca do recurso do Sindicato dos Médicos contra a ilegalidade da greve.
Na Assembléia de ontem estiveram presentes representantes do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais. Não se sabe a força e vontade política do Conselho no apoio ao nosso movimento. Na Prefeitura de Juiz de Fora, todos sabem, há unidades que funcionam sem prontuário e outras que não têm responsável técnico médico, nem diretor clínico ou comissão de ética. Cabendo ao Conselho Federal de Medicina normatizar o exercício ético da profissão, é de se admirar que em uma cidade como Juiz de Fora, onde existem 3 faculdades de medicina, um promotor de saúde que se revela muito ativo e delegacia do CRM, a Prefeitura consiga manter um sistema de saúde que não se cumpre as normas que regem o seu funcionamento correto.
Foi deliberado manter o boicote à biometria, como forma de manter o respeito e autoestima da categoria diante da indiferença da administração municipal para com a saúde pública e a situação dos médicos municipais.
O movimento é justo, porque é indigno a um empregador pagar menos de mil e quatrocentos reais a um médico que inicie seus serviços na Prefeitura. Esse vencimento, é bom lembrar, é inferior a três salários mínimos (piso da Lei Federal 3999/1961) e 25% menor do que o nível superior da própria Prefeitura.
Quanto as condições de trabalho, muito bem o dizem os laudos de vigilância sanitária das unidades públicas de saúde e o testemunho de seus trabalhadores e usuários. Estão deterioradas.
Diante de tudo isso, é legítimo manter o movimento, reforçar o boicote e mobilizar, com toda força, os médicos municipais e municipalizados da Prefeitura para a próxima assembléia do dia 02 de agosto de 2011, dezenove horas e trinta minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia.
Os médicos empregados do serviço público municipal devem saber que a sua luta é orientada por justiça e princípios elevados, de superação de uma situação insustentável.
Informamos também aos colegas terceirizados, que trabalham com contratos com a Maternidade Terezinha de Jesus e com a Fundação HU, que agosto é o mês de sua data-base. O Sindicato negociará com os empregadores no Ministério do Trabalho e, em breve, convocará uma Assembléia da categoria. É importante ir mobilizando, anotando as deficiências nos seus serviços, casos de assédio moral, insuficiência na remuneração e nos direitos trabalhistas. A hora da campanha salarial dos terceirizados está chegando.
Acompanhe o Fax Sindical no Twitter em http://twitter.com/faxsindical No Wordpress em http://faxsindical.wordpress.com No Blogspot em http://telegramasindical.blogspot.com
terça-feira, 5 de abril de 2011
Fax Sindical Nota de utilidade pública sobre paralisação dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora
Nota de Utilidade Pública do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
À população, às autoridades e a quem interessar possa
No dia 7 de abril os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora, municipais e municipalizados, farão uma paralisação geral de advertência, mantendo em funcionamento apenas serviços indispensáveis de urgência e emergência.
O movimento faz parte de uma luta dos médicos municipais e municipalizados para a melhoria das condições de atendimento ao público, pela realização de concursos públicos que resolvam a carência de profissionais e pela estruturação de um plano de carreira que corrija o atual aviltamento salarial da categoria. O vencimento inicial de um médico na Prefeitura de Juiz de Fora é inferior ao piso de 3 salários mínimos preconizado na Lei 3999/1961 e 25% inferior ao nível superior da Prefeitura. Esse piso salarial, evidentemente, não atrai e nem fixa profissionais para o SUS local.
No próximo dia 12 de abril haverá Assembléia Geral dos Médicos Municipais e Municipalizados, com indicativo de greve já aprovado. Fazemos saber à opinião pública e às autoridades constituídas que nosso movimento aguarda uma proposta séria, consistente e responsável da atual administração municipal, que reverta a atual situação de descontentamento e crise que devasta a saúde pública municipal e prejudica o SUS. É a resposta que merecemos por nossas reivindicações justas. Repudiaremos o embuste e o cinismo.
(ass.) Dr. Gilson Salomão Jr.
P/ Diretoria do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata
quinta-feira, 31 de março de 2011
Fax Sindical - 7 de abril será dia de luta dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora
***************************
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais
www.sindmedicos.org.br
***************************
Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora farão paralisação de todas as atividades dia 7 de abril
***************************
CONCENTRAÇÃO SERÁ ÀS 10 HORAS NA SOCIEDADE DE MEDICINA
O salário inicial de um médico pago pela atual administração municipal de Juiz de Fora é inferior aos três salários mínimos preconizados como piso salarial nacional pela Lei Federal 3.999 de 1961 e um médico ganha menos 25% dos que os demais profissionais de nível superior. Isso causa evasão e desinteresse dos médicos da Prefeitura. Isso seria razão suficiente para uma reivindicação justa. Mas a situação não se limita a isso. As condições de trabalho e atendimento ao público acham-se deterioradas e as relações de trabalho vão sendo prejudicadas por exigências crescentes.
Um acordo feito entre o Sindicato dos Médicos e a Prefeitura de Juiz de Fora em julho de 2009, prevendo estruturação de uma carreira para os médicos municipais nunca saiu do papel. Mais uma prova da falta de vontade política do atual governo municipal em resolver de forma seria e conseqüente a crise de recursos humanos na será médica nesta Prefeitura.
Sendo impossível calar e consentir diante desses absurdos, uma importante fração da classe médica que atua na Prefeitura resolveu denunciar e protestar contra tanto abuso, negligência, cinismo e omissão. Foi convocada uma paralisação geral dos médicos municipais de Juiz de Fora. Um dia do basta e um marco inicial no processo de lutas pela valorização da saúde pública e do trabalho médico.
No dia 7 de abril haverá concentração na Sociedade de Medicina às 10 horas e ato público de protesto. A participação dos médicos, nesse momento, é essencial.
----------------------------------
Juiz de Fora: Médicos plantonistas da urgência e emergência declaram estado de greve
----------------------------------
ASSEMBLÉIA SERÁ DIA 07 DE ABRIL ÁS 19 HORAS E 30 minutos NA SOCIEDADE DE MEDICINA
O Hospital de Pronto Socorro de Juiz de Fora está sendo transformada na Jirau da saúde pública brasileira. Ganha-se mal, não se tem carreira, as condições de trabalho deterioram-se, as exigências elevam-se, faltam médicos e o estesse vai fazendo piorar a vida de cada profissional e Influindo de forma negativa na relação médico-paciente.
A Prefeitura não demonstra vontade política para resolver o problema e não acena com soluções sérias e confiáveis.
Por tudo isso a categoria poderá entrar em greve no dia 11 de abril. Assembléia dos médicos será no dia 7 de abril às 19 horas e 30 minutos na Sociedade de Medicina.
O Sindicato dos Médicos acredita que o movimento reivindicatório justo é preferível a pedidos de demissão em massa.
---------------------------------
Acompanhe o Fax Sindical no Twitter em http://www.twttter.com/faxsindical
A página do Fax Sindical é http://faxsindical.wordpress.com
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Fax Sindical 28.2.2011 Carta aberta ao Prefeito de Juiz de Fora
Ao Exmo. Sr. Dr. Custódio Antônio de Mattos
DD. Prefeito
Juiz de Fora
Exmo. Sr.
Apresentamo-nos respeitosamente, na condição legítima de representação classista dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora, para apresentar a V. Excelência, por meio dessa carta aberta, a nossa pauta de reivindicações. Estamos convictos de que o atendimento ao que é solicitado será uma contribuição histórica de importância decisiva para a solução dos graves problemas da saúde pública, assunto de interesse geral e ,portanto, um mérito indiscutível e permanente de Vossa Excelência.
Isso posto, encaminhamos nossa pauta:
1 - Cumprimento imediato do acordo firmado em julho de 2009 e até hoje não cumprido, com a imediata formação das comissões que irão elaborar a minuta de um plano de cargos, carreira e vencimentos para todos os médicos municipais e verificar as condições de trabalho nos equipamentos públicos de saúde.
2 - Implantação do piso nacional da FENAM - Federação Nacional dos Médicos - órgão maior do sindicalismo da classe médica no Brasil.
3 - Realização de concursos públicos para repor a falta de médicos na rede municipal de saúde, oferecendo já salários dignos, capazes de atrair os profissionais e fixa-los no serviço público.
4 - Realização de eleições para as Comissões de Ética Médica e Diretorias Clínicas para as unidades públicas que não as têm, sob supervisão do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, fazendo, dessa forma, cumprir a lei e contribuindo para a qualificação da assistência médica prestada na cidade, que deve se enquadrar nos ditames legais.
5 - Criação de gratificação de médicos plantonistas que reconheça o tempo de serviço prestado pelos profissionais e os valorize com remuneração digna e compatível com difícil e essencial tarefa que eles exercem.
6 - Imediata inspeção a ser realizada pela Vigilância Sanitária e pelo Ministério do Trabalho dos ambientes onde se realiza assistência médica na Prefeitura de Juiz de Fora, com interdição e realização pronta de obras emergenciais e serviços de manutenção urgentes naqueles que não estiverem conformes as normas técnicas e legislação. Imediata instituição do prontuário médico em todos os estabelecimentos públicos de saúde, evitando o descumprimento continuado das normas do Conselho Federal de Medicina e riscos e prejuízos para médicos e pacientes.
7 - Compromisso público da Prefeitura de Juiz de Fora com a realização de cursos de atualização, especialização, treinamento, formação, aperfeiçoamento, às expensas do empregador, para o aperfeiçoamento e melhoramento continuado e consistente dos profissionais médicos que atendem à população de Juiz de Fora pelo SUS.
Aguardando uma apreciação positiva e justas providências de Vossa Excelência, apresentamos nossos protestos da mais alta consideração e lídima estima.
Atenciosamente,
Gilson Salomão Jr.
Presidente do Sindicato
pela Diretoria do
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de Minas Gerais
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Fax Sindical 319
- 10/01/2011
------------------------------------------------------------------
Segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
------------------------------------------------------------------
<<<<<<<<<<<<<+>>>>>>>>>>>>>
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata-MG
<<<<<<<<<<<<<+>>>>>>>>>>>>>
MÉDICOS MUNICIPAIS PREPARAM CAMPANHA SALARIAL 2011
PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. EM 2011 ESPERA-SE MAIS LUCIDEZ DOS
GOVERNANTES PARA LIDAR COM OS PROBLEMAS DA SAÚDE PÚBLICA.
........................................................................
O Prefeito, seu secretariado e vereadores precisam de Luz e Razão para resolverem a deterioração que ameaça presente e futuro da saúde pública em Juiz de Fora. Não se trata de interesse corporativo ou de interesses privados, mas do interesse geral de milhares que dependem do SUS na cidade e região.
........................................................................
Em Juiz de Fora, entre as muitas dificuldades enfrentadas pelo SUS local, avulta a falta de médicos. Faltam médicos em unidades básicas, faltam médicos nas escalas de plantão da urgência e emergência. Pessoas reclamam da incrível demora para o acesso a consultas com especialistas, a exames, a cirurgias. O Sindicato dos Médicos têm percebido as queixas de usuários, que costumam se materializar em manifestos públicos, como já aconteceu em várias ocasiões na Zona Norte, e notícias na imprensa local.
__________________________________________________
Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora ganham: (1) Menos que o mercado, (2) menos que o mínimo profissional da categoria e (3) menos que o nível superior da Prefeitura. (4) As condições de atendimento e de trabalho não são satisfatórias e (5) não existe plano de cargos, carreira e remuneração específico para a categoria. (6) Cada vez pensam em mais exigências visando os médicos da Prefeitura, como ponto biométrico e quadros de aviso com horários de profissionais, sem contrapartida de melhores condições para atender aos pacientes, sem remuneração digna, sem plano de carreira. Aonde querem chegar com tanta irresponsabilidade?
_____________________________________________
A causa? Elementar. A remuneração dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora está abaixo do mercado e tornou-e sofrível. O vencimento básico inicial (que um médico ganha no início de carreira, sem qualquer gratificação) é menor do que os três salários mínimos, que a Lei Federal 3999/61 preceitua como remuneração mínima dos profissionais. Um médico na Prefeitura de Juiz de Fora ganha 25% a menos do que um profissional de nível superior de qualquer categoria. E as condições de trabalho e de atendimento, em geral, deixam a desejar. São fatos sabidos por todos. Por mais que o Sindicato tente sensibilizar a atual administração municipal quanto à sua responsabilidade pelo melhoramento da saúde pública, tanto o Prefeito Custódio de Matos quanto o seu secretário Vitor Valverde permaneceram insensíveis e nunca apresentaram uma proposta consistente, séria e responsável para construir uma carreira atraente de médico na Prefeitura, que pudesse merecer aprovação da representação classista.
____________________________________________
ENQUANTO EM JUIZ DE FORA O PREFEITO NUNCA RECEBEU OS REPRESENTANTES DO SINDICALISMO MÉDICO, O MINISTRO DA SAÚDE RECEBE UMA DELEGAÇÃO DE SINDICALISTAS.
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
recebeu na tarde desta quarta-feira (05/01)
em seu gabinete, diretores da Federação Nacional dos Médicos. O encontro serviu para formalizar entendimentos com a entidade e aprofundar assuntos relevantes para o movimento médico brasileiro.
____________________________________________
Diante de todas essas imensas dificuldades no plano municipal é previsível o agravamento da situação. O remédio é a vontade política dos atuais responsáveis pelo município em construirem uma política decente de recursos humanos para os médicos, da mesma forma que já foi feito para outras categorias - ex. Motoristas. Enquanto Custódio, Valverde e outros personagens com mando na cidade não se conscientizarem da seriedade e importância do problema, os negócios públicos da saúde continuaram escorregando para a vala da insatisfação e suas consequências maléficas e nocivas para toda a comunidade.
.......................................................................
FAX SINDICAL NO TWITTER
.......................................................................
Fax Sindical no Twitter - confira diretamente em http://www.twitter.com/faxsindical .
Clique no link entre parênteses (ou copie e cole no seu navegador) para conferir a notícia.
........................................................................
terça-feira, 5 de outubro de 2010
FAX SINDICAL 305
________________________________________
<<<<<<< FAX SINDICAL 305 >>>>>>>
________________________________________
http://www.sindmedicos.org.br
http://faxsindical.wordpress.com
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
SINDMED JF * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
e Zona da Mata de Minas Gerais
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
==============================================
JUIZ DE FORA - DECADÊNCIA DO SUS - PSF - FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA TRANSFERÊNCIA DA ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE DA AMAC PARA ADMINISTRAÇÃO DIRETA É FEITA COM DÚVIDAS, IMPERFEIÇÕES E SOBRESSALTOS.
==============================================
Presidente do Sinddicato dos Médicos de Juiz de Fora procura SARH para esclarecimentos. Indefinições, omissão em fornecer cópias dos contratos, falta de informações oficiais geram intranquilidade entre os médicos.
_______________________________________________________________
A situação se tornou ainda mais confusa quando a Prefeitura de Juiz de Fora realizou nova manobra: a burla na realização de concurso público e de licitação recorrendo à terceirização usando como "gato", ou intermediador de mão de obra, a Obra Social Santa Mônica (Maternidade Terezinha de Jesus), entidade com certificado de filantropia que conta, entre seus dirigentes, vários dirigentes da Faculdade de Medicina Suprema. Essa faculdade cobra caras mensalidades, superiores ao salário de um médico municipal em final de carreira. O objetivo da manobra é realizar a contratação de profissionais de saúde, inclusive médicos, para exercerem atividades fim em estabelecimentos públicos de saúde. Isso viola a Constituição, quando prevê que o acesso ao serviço público só se dará mediante concurso e viola o RJU, que prevê que contratações de emergência só podem ser feitas mediante contrato temporário, previsto no mesmo diploma legal. A administração municipal de Juiz de Fora está mandando a lei às favas, impunemente, sem que as autoridades que fiscalizam a lei se manifestem. O Sindicato dos Médicos está entrando com medidas judiciais contra essa política declarada de privatizações, que contradiz até declarações oficiais anteriores. Os próprios atos desmentem as palavras.
O Presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão, procurou a SARH para esclarecer a situação dos médicos ex-AMAC. Após conversa com a Sra. Ana Angélica, da SARH, recebeu as seguintes informações:
==============================================================
1) Os médicos do PSF efetivos , que terão extensão de jornada receberão ofício da SARH comunicando simplesmente a extensão automática do vínculo conforme lei Municipal.
2) Aqueles que ainda não assinaram cotrato com a PJF deverão procurar o 8o. andar da PJF MUNIDOS DO EXAME ADMISSIONAL PARA ASSINATURA DO MESMO.
3) OS QUE FIZERAM OPÇÃO PELO CONTRATO COM MTJ DEVERÃO AGUARDAR CARTA DA SARH ORIENTANDO OS PROCEDIMENTOS A SEREM TOMADOS PELOS INTERESSADOS.
==============================================================
Os que optarem por serem terceirizados serão como os trabalhadores contratados para as tarefas de limpeza e de segurança. Diferenciando-se por exercerem atividade-fim. Não serão verdadeiros servidores públicos, embora exercendo, de fato, serviço público. Não terão direito a carreira ou progressão funcional e estarão sujeito à demissão imotividade e muito mais vulneráveis ao hediondo assédio moral. Essa opção é de legalidade questionada pelo Sindicato, que não a recomenda. Voltarão a tempos antigos, quando funcionários públicos podiam ser nomeados ou demitidos por uma cartinha de um político qualquer.
==============================================================
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora quer discutir procedimento do SUS de difícil acesso para pacientes necessitados
---------------------------------------------------
CPRE - Prefeitura oferece noventa reais para procedimento que custa três mil. Procedimento é usado para remoção incruenta de cálculos biliares.
---------------------------------------------------
O Presidente do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, Dr. Gilson Salomão defende a realização de uma reunião entre Ministério Público Estadual, Sindicato dos Médicos, Secretaria de Saúde da Prefeitura de Juiz de Fora e endoscopistas que ainda prestam serviços ao SUS para tratar da gravíssima situação do procedimento CPRE, usado para remoção de cálculos biliares.
A situação é desumana porque centenas de pessoas sofrem pela falta desse procedimento. É um dos maiores gargalos do sistema público de saúde. Na raiz do problema está a continuada má-fé dos gestores do SUS que insistem em remunerar por valores vis o trabalho médico, mesmo aqueles procedimentos de mais alta qualificação e que pedem mão de obra altamente especiaizada.
No caso da CPRE a tabela do SUS oferece noventa reais, enquanto o custo de mão de obra, materiais, insumos e medicamentos necessários chega a três mil reais. Como se deduz, por simples operação aritmética, o valor oferecido é cruel e torna a realização do procedimento invejável. Exceto na hipótese de que instituìssem monstruosidade pior que a escravidão: além da obrigação de fazer o trabalho gratuito, uma outra de pagar para trabalhar.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Fax Sindical 301
________________________________________
<<<<<<<.'.FAX SINDICAL 301.'.>>>>>>>
________________________________________
http://www.sindmedicos.org.br
http://faxsindical.wordpress.com
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
SINDMED JF * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
e Zona da Mata de Minas Gerais
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
=========================================
CRISE NO SUS DE JUIZ DE FORA ALERTA PARA O PSF
=========================================
Depois da AMAC, Prefeitura de Juiz de Fora contratará médicos para atenção básica com salários ruins, promessa de gratificação, exigências exageradas e em caráter precário. Prefeitura ignora protestos da população contra falta de médicos nas unidades de atenção primária.
------------------------------------------------------------------------------
Além dos piores salários de PSF do estado e da região, a Prefeitura de Juiz de Fora faz contratos temporários e quer reeditar a experiência da AMAC, reincidindo em improbidade e usando outra instituição para intermediar contratação de mão de obra para atividade fim na saúde.
Um aumento de gratificação, anunciado por pessoas ligadas à atual administração na imprensa local, de 500 ou 600 reais, ligadas à uma pretensa produtividade, a ser avaliada discricionariamente pelo patrão, não foi negociada com o Sindicato, não foi tratada na mesa de negociação, não foi objeto de projeto de lei. Trata-se apenas de uma promessa que, se cumprida, será uma imposição unilateral e autocrática da administração municipal.
A Prefeitura de Juiz de Fora está recontratando, sob forma precária, os médicos da atenção primária (ESF) que antes eram vinculados, também de forma precária, à AMAC. A vinculação com a AMAC foi questionada pelo Ministério Público estadual e pelo Ministério Público do Trabalho. A atual precarização dos médicos da ESF é justificada pela Prefeitura pela alegação de que as formalidades necessárias à realização do concurso público são demoradas. E de fato o são, para garantir a legalidade, a lisura, a isenção. Cuidados que não são obrigados a ter quando terceirizam esses serviços, usando uma fundação qualquer ou entidade que tenha certificado de filantropia.
A experiência da AMAC parece não haver alertado os protagonistas e figurantes da administração do prefeito Custódio (PSDB MG) quanto aos riscos da precarização do serviço público. O prefeito, que esteve às portas do indiciamento por improbidade administrativa, não aprendeu a lição. Tampouco parece disposto a obedecer o TAC que assinou com o Ministério Público. Diz a cláusula sexta que "o compromissário (a Prefeitura) será obrigado a, no prazo máximo de 7 meses (contados a partir de 05 de agosto de 2010, quando o TAC foi assinado)a encaminhar à Câmara Municipal de Juiz de Fora, projeto de lei visando à criação dos cargos públicos necessários ao efetivo atendiimento das demandas da Secretaria de Saúde." A Prefeitura, ao contrário, sinaliza com a terceirização. Planejam contratar médicos de família em caráter precário ou usar algum gato (nome usado para intermediadores de mão de obra) para formar boias-frias da Medicina para exercer atividade fim em estabelecimentos públicos de saúde.
Portanto, os médicos devem ser alertados para o caso. Devem estar atentos para o respeito aos seus direitos trabalhistas, os que aceitarem os contratos, certamente estarão sabendo que a Prefeitura de Juiz de Fora paga mal e não oferece boas condições de trabalho e todos devem saber que essa contratação provisória é precária e temporária.
Os atos da atual administração municipal (Custódio de Matos - PSDB MG) parecem indicar uma política de terra arrasada na saúde, de quanto pior melhor, para favorecer a terceirização e a privatização.
O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata tem como uma bandeira de luta a seriedade no trato com os negócios públicos da saúde e a defesa do SUS. Rejeita contratos temporários e terceirizações. Dispensa de licitações e contratações sem concurso sempre abrem as portas para corrupção e tráfico de influência e para caixas 2. O Sindicato vai à Justiça contra as terceirizações já praticadas no SUS de Juiz de Fora. A ação será protocolizada na próxima semana, segundo informação do Dr. Guilherme, da assessoria jurídica do Sindicato.u
domingo, 12 de setembro de 2010
Fax Sindical 299
________________________________________
<<<<<<<.'.FAX SINDICAL 299.'.>>>>>>>
________________________________________
http://www.sindmedicos.org.br http://faxsindical.wordpress.com
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
SINDMED JF * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
e Zona da Mata de Minas Gerais
<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
----------------------------------------------1
SUS DE JUIZ DE FORA
ATENÇÃO MÉDICOS DA ATENÇÃO SECUNDÁRIA -
MUNICIPAIS E MUNICIPALIZADOS (ESTADO E EX-INAMPS)
====== ASSEMBLÉIA 14 DE SETEMBRO DE 2010 - 19 E 30 H - SOCIEDADE DE MEDICINA
ASSEMBLÉIA DIA 14 DE SETEMBRO ÀS 19 E 30 HORAS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA
SALÁRIO, CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PONTO BIOMÉTRICO.
Em reunião com o Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora, representantes do Sindicato dos Médicos e o vereador José Fiorilo ouviram o Secretário Vitor Valverde prever a aplicação do ponto biométrico para fiscalizar o horário dos médicos do PAM Marechal para o dia primeiro DE dezembro. O Secretário não considerou as declarações dos sindicalistas sobre a falta de condições de trabalho naquela unidade.
O PAM Marechal parece um ponto cego no sistema público de saúde. Lá a legislação referente à vigilância sanitária não é cumprida e o CRMMG parece ignorar que lá os médicos trabalham sem prontuário. Agora a Prefeitura, que não melhorou os salários e nem garantiu condições decentes de trabalho, afirma sua disposição de exigir o rigoroso cumprimento da carga horária oficial de cada profissional.
--------------------------------
Privataria e desordem na saúde
--------------------------------
NA sua coluna de domingo (12/09) o jornalista Elio Gaspari bem definiu a prática de terceirizações no serviço público. Referiu-se aos casos de serviços de comunicação social. Mas os mecanismos são os mesmos que existem na saúde.
"Em geral, ministérios e empresas estatais dispõem de serviços funcionais próprios (mal pagos), mas sempre há poderosos brilhantes, cpazes de casar contratos (...) caríssimos, de assessoria personalizados. Essas TERCEIRIZAÇÕES atendem preferencialmente aos interesses políticos e pessoais dos ministros ou maganos do que a políticas públicas que eles devem cuidar."
"Disso resulta que, às vezes, um cidadão assessora um magano na segunda-feira e um empresário com interesses na área do doutor na terça."
Sem respeito aos limites do Estado, aos preceitos legais de licitação e concurso público, aos direitos trabalhistas, a onda de terceirização de atividades fim do serviço público de saúde e a entrega da gestão pública continuam devastando o país. E reforça e cria canais mais largos para essa promiscuidade bem definida pelo Elio Gaspari.
O grande centro da privataria é São Paulo, com décadas de governos de orientação neoliberal. Esse novo modelo de gestão encontra eco no Rio de Janeiro, sob o governo de Sérgio Cabral, padrinho político do Ministro Temporão, o homem da fundação de direito privado, mestre das privatarias.
"A saúde não precisa de novo modelo de gestão. Precisa de novos gestores! Não voto em quem quer transferir a responsabilidade da gestão." (do Twitter do Dr. Eduardo Santana, Presidente da FENAM de 2006 a 2008).
Sindicatos de trabalhadores da área de saúde, inclusive sindicatos médicos, organizam por toda parte a resistência. Denúncias, mobilização e ações judiciais compõem o repertório dessa guerrilha democrática contra os interesses duvidosos da privataria, dos terceirizadores que intermediam mão de obra e que assambarcam o governo do setor público de saúde.
-------------------------------------------------
Leia mais: São Paulo:Sucateamento e terceirização.
-------------------------------------------------
Sucateiam o serviço público, executam uma política de terra arrasada, de quanto pior melhor. Desamparam a população e depois entregam equipamentos públicos e dinheiro público para interesses privados. A Lei? Ora, as leis... E ficam impunes esses absurdos.
=============================
Contra privatização de hospital em SP, sindicato aciona Ministério Público
=============================
Servidores e usuários do Complexo Hospitalar do Juquery, em Franco da Rocha (SP), protestam contra o desmonte. População teme a piora do serviço
Por: Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual
Publicado em 09/09/2010, 18:30
Última atualização em 10/09/2010, 13:38
São Paulo - No começo da próxima semana, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (Sindsaúde) vai denunciar o processo de desmonte e privatização do Complexo Hospitalar do Juquery ao Ministério Público de São Paulo e ao Conselho Estadual de Saúde.
Na manhã de quarta-feira (8), a entidade coordenou um ato público no centro de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em protesto contra a ação promovida pela secretaria estadual de Saúde.
Participaram trabalhadores e usuários do complexo, além de sindicalistas e políticos. Na ocasião, começaram a ser colhidas assinaturas em defesa da manutenção, pelo estado, da oferta do serviço de saúde na cidade, além de melhorias e restauração do antigo conjunto arquitetônico. Até agora, já foram colhidas mais de 3 mil assinaturas.
Raquel Alves Massinelli, da direção regional do Sindsaúde em Franco da Rocha, explica que a população carente do município conta hoje apenas com um pronto socorro mal equipado, além de uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
Segundo a atendente de enfermagem, que há 25 anos trabalha no Juquery, o atendimento com especialistas em ortopedia, dermatologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, traumatologia buco-maxilo-facial, reumatologia e urologia é feito no complexo que está prestes a ser desmontado.
"Há pouco mais de um ano, o serviço de ginecologia e obstetrícia deixou de ser oferecido, e as pacientes têm de ir para Caieiras (a oito quilômetros de distância)", diz Raquel. “Já houve caso de mulher que deu à luz no trem, a caminho da maternidade.”
Mais recentemente, o complexo deixou de oferecer atendimento pediátrico. E a chamada praça da saúde, um pronto atendimento construído pela prefeitura - com clínico geral, pediatra e dentista -, ainda não funciona plenamente por falta de profissionais, como médicos e enfermeiros.
www.redebrasilatual.com.br/temas/saude/sindsaude-vai-acionar-ministerio-publico-para-evitar-privatizacao-do-juquery-2
SindSaúde protesta contra fechamento e terceirização do Juquery
===============================================================
Por: Redação da Rede Brasil Atual
Publicado em 07/09/2010, 17:35
Última atualização às 17:35
São Paulo - O SindSaúde-SP realiza nesta quarta-feira (08) ato público contra o fechamento do Complexo Hospitalar do Juquery e a terceirização do novo hospital, que será entregue à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e funcionará no mesmo terreno do atual. O protesto ocorre a partir das 10h, na Praça Caieiras, no centro de Franco da Rocha.
Atualmente o complexo conta com 2.400 funcionários, que não sabem ainda para onde serão transferidos. Apenas 250 permanecerão no local. "O medo de muitos é de que sejam transferidos, por exemplo, para Casa Branca ou Santa Rita do Passa Quatro, que é muito longe", diz a diretora do SindSaúde, Raquel Alves Massinelli.
Casa Branca, por exemplo, fica distante de Franco da Rocha cerca de 200 quilômetros.
"Alguns estão sendo transferidos para perto, mas quem não quer sair está sofrendo assédio moral", denuncia a diretora.
De acordo com ela, o novo hospital será inaugurado ainda em setembro e funcionará sob o sistema de OS (Organizações Sociais), ou seja, a gestão será entregue a uma organização privada.
redebrasilatual.com.br/temas/saude/sindsaude-protesta-contra-fechamento-do-juquery
=======================================
Ministério da Saúde reajusta hemodiálise em 7,5%
Os valores das sessões de hemodiálise serão reajustados em 7,5% a partir do dia 1º de outubro. De acordo com o Ministério da Saúde, serão repassados R$ 200 milhões para investimentos no setor.
O reajuste é resultado de uma pesquisa realizada pela pasta com 103 clínicas --cerca de 20% do toral-- para identificar o valor mínimo de cobertura do procedimento, utilizado por pacientes com insuficiência renal (a maioria hipertensos e diabéticos).
Atualmente, o SUS (Sistema Único de Saúde) paga R$ 144 por sessão às clínicas. A partir de 1º de outubro, passará a pagar R$ 155.
Para os procedimentos realizados em portadores de HIV (de maior complexidade), o valor passa de R$ 213, 76 para R$ 229,79.
O secretário de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, explica que o reajuste é um pedido antigo da SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia) e associações que representam as clínicas. No entanto, só pode ser concedido após o estudo. "Não estamos oferecendo um reajuste empírico", diz. "Fizemos um estudo com metodologia para chegarmos a um valor adequado."
De acordo com o resultado parcial do censo de diálise, realizado pela SBN anualmente, 77.589 pessoas no Brasil dependiam do procedimento, em 2009. Em 2000, eram pouco mais de 42 mil.
Do total destinado ao setor, R$ 120 milhões serão empregados diretamente para a cobertura do reajuste. O restante fará parte de um fundo de fiscalização da utilização do dinheiro por Estados e municípios. Fonte:
http://wap.noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/09/10/ministerio-da-saude-reajusta-hemodialise-em-75.htm
==========================================
10/9/2010
Os 80 anos de Ferreira Gullar, nosso maior poeta
O poeta Ferreira Gullar, considerado o maior poeta vivo do Brasil, está completando hoje 80 anos de existência. Ele, em maio último, foi agraciado com o Prêmio Camões de 2010, pelo conjunto de sua obra e pela excelência de sua produção. Instituído em 1988, este prêmio é atribuído ao autor que contribua para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa, sendo considerado o mais importante prêmio literário de nosso idioma.
Nascido José Ribamar Ferreira, em 10 de setembro de 1930, em São Luís, Maranhão, Ferreira Gullar inscreve nacionalmente seu nome na literatura em 1950, quando vence um concurso no Jornal de Letras, do Rio de Janeiro, com o poema O galo. Mesmo ano em que é demitido de seu trabalho de locutor de uma rádio por se recusar a ler uma nota oficial do governo maranhense que acusava os comunistas pela morte de um operário, em um comício.
Desde cedo, arte e política entrelaçaram-se em sua vida de uma maneira inequívoca e apaixonada, como demonstra sua vocação para a polêmica e a experimentação da fase concreta, dos anos 1950, e o caráter popular de suas peças e trabalhos no Centro Popular de Cultura da UNE, nos anos 1960.
Poeta refinado, crítico de arte conceituado, ensaísta, dramaturgo e artista plástico bissexto é também um cidadão voltado para as questões políticas de seu tempo. Por isso, entregou-se, sem pestanejar, à causa da democracia, quando esta foi violentada pela ditadura militar, em 1964. Assumiu a militância política no PCB e correu todos os riscos decorrentes dessa opção. Preso após a edição do AI-5, exilou-se, em 1971, na URSS, depois em Santiago do Chile, no Peru e em Buenos Aires. Na Argentina, produziu uma das construções poéticas mais relevantes de nossa língua, o Poema Sujo. Misto de memórias e reflexão poético-política, o poema teve um forte impacto no mundo literário.
Desde seu retorno ao país, em 1977, tornou-se referência na luta pela democracia e um de nossos mais produtivos intelectuais, deixando sua marca em espetáculos para o teatro e para a TV. Comprometido com a luta de seu povo pela conquista da dignidade e por uma vida solidária, dedicou o melhor de suas energias a tal propósito. O significado da obra do poeta Gullar mescla-se à dignidade do cidadão, tornando-o uma singularidade provocadora para nossa consciência democrática.
Um dos nomes mais importantes da cultura brasileira contemporânea, além de deixar também uma marca como militante político, integrando o PCB, por várias décadas, ele é, atualmente, membro do Conselho de Redação da revista Política Democrática - que na edição nº 27 (julho de 2010), prestou-lhe sua homenagem - e do Conselho Curador da Fundação Astrojildo Pereira, o que, para nós, é motivo de justo orgulho.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Faz Sindical 284 Parte 1
___________________
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
------------------------------------------------------
Ano VI + No. 284 + 07 de julho de 2010
=========================
AGRAVA-SE CRISE NO SUS EM JUIZ DE FORA .-. SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS REAGEM A GOLPE DO REPOSICIONAMENTO APLICADO PELO GOVERNO ANASTASIA
=========================
PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - NEGOCIAÇÕES DE PAUTA ESPECÍFICA. O SINDICATO QUER NEGOCIAÇÕES TRANSPARENTES, EM BENEFÍCIO DA SAÚDE PÚBLICA EM JUIZ DE FORA. A SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS DEVE EXPLICITAR AS SUAS PROPOSTAS E TORNÁ-LAS CLARAS, PARA O JUSTO CONHECIMENTO DA CLASSE MÉDICA E DE SUA REPRESENTAÇÃO CLASSISTA. O ASSUNTO EXIGE TRANSPARÊNCIA E A CRISE É GRAVE. NÃO ADMITE EXPERIMENTOS DUVIDOSOS OU PROPOSTAS INADEQUADAS.
Notícia da Tribuna de Minas (http://www.tribunademinas.com.br/geral/geral10.php) prova que os salários pífios e a falta de perspectiva de carreira para os médicos municipais de Juiz de Fora não são adequados para atrair e fixar mão de obra qualificada para o SUS. A crise agrava-se. A administração municipal tem se mostrado, até agora, incapaz de estar à altura de suas responsabilidades, mobilizar recursos e propor uma reestruturação razoável na carreira dos médicos municipais. - Leia a matéria na Tribuna de Minas de 7 de julho de 2010
ATENDIMENTO AMBULATORIAL NA REGIONAL LESTE Falta de médicos impede consultas
JACQUELINE SILVA
Repórter
Problema antigo no SUS de Juiz de Fora, o déficit de profissionais de saúde vem se agravando e atingiu ontem situação alarmante. Sem três dos cinco clínicos previstos para o plantão de segunda-feira, a Unidade Regional Leste, no Costa Carvalho, suspendeu todas as consultas ambulatoriais das 7h às 19h. Diariamente são atendidas, neste período, cerca de 200 pessoas.
A falta de médicos também comprometeu o atendimento na Unidade de Atenção Primária à Saúde (Uaps) do Progresso, onde apenas um dos três profissionais da Estratégia Saúde da Família prestava assistência. No HPS, a informação é de que o atendimento de porta teve início após as 9h e sem um dos quatro médicos previstos. Conforme a Secretaria de Saúde, hoje faltam 57 profissionais de diversas especialidades nos setores de urgência e emergência, na atenção primária à saúde e no núcleo de redes assistenciais. O estrangulamento, que tem penalizado usuários e sobrecarregado os demais profissionais da rede, reflete a insatisfação dos médicos com os salários e as condições de trabalho, cenário que tem levado a uma onda de demissões.Quem buscou assistência na Regional Leste ontem foi orientado a procurar a UPA de Santa Luzia, na Zona Sul, ou retornar após 19h.
Aos 79 anos, a aposentada Maria Aparecida da Silva recebeu a informação com revolta. Respirando com dificuldade e acompanhada por uma filha, também com problemas de saúde, a idosa saiu da Regional sem saber ao certo que providências tomar. “Não sabemos onde é essa UPA e não temos dinheiro para a passagem dela. Também não dá para esperar aqui até a noite”, desabafou. A diretora da unidade, Simone Mathiasi, informou que o problema foi causado pelo pedido de demissão de dois médicos e agravado pelo fato de três pacientes em estado grave estarem na sala de urgência, aguardando vagas para UTI. “Os dois clínicos que estão trabalhando foram direcionados para a urgência e emergência. Nesta área, não houve desassistência.” Um pediatra atendia as crianças, mas em ritmo lento. “Estou aqui desde 14h, minha filha está ardendo em febre e não sei quando seremos chamadas”, reclamou a dona de casa Flávia Ferreira, 30 anos, mãe de Ana Flávia, 3, por volta das 17h30.O desinteresse dos médicos pela carreira no serviço público tem sido pauta de negociações entre o sindicato da categoria e o Executivo. “Enquanto a Prefeitura não melhorar o salário, essa triste novela vai continuar”, avalia o presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão. Segundo ele, um projeto propondo melhorias na urgência e emergência é aguardado para esta semana. A Comissão de Saúde da Câmara e o Ministério Público acompanham a situação e cobram providências. Na PJF, a informação é de que processos seletivos estão em andamento. No entanto, reter os trabalhadores tem sido um desafio. Na Uaps de Santa Cruz, por exemplo, foram contratados dois médicos da Estratégia Saúde da Família e um clínico. Os três pediram demissão um mês após a contratação.
Comentário - o déficit de médicos, apesar de toda repercussão, manifestações e queixas, é minimizado pela atual administração. Um exemplo disso é o deficitário Departamento de Saúde Mental. Talvez por erro de digitação ou de avaliação, consta que falta apenas um psiquiatra.
O GOLPE DO GOVERNO DE MINAS CONTRA OS SERVIDORES PÚBLICOS.
Minas Gerais - Atenção médicos estaduais do SUS e servidores públicos estaduais municipalizados - dia 13 de julho PARALISAÇÃO e DIA de luta contra o golpe do Governo Anastasia.
Servidores públicos estaduais reagirão contra calote do reposicionamento.
O Sindsaúde MG comunica: Manifestação com Paralisação do dia 13 de julho (terça-feira) com objetivo de mobilizar a categoria e a população contra o golpe no reposicionamento. A concentração será às 14 horas na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Crise no SUS de Juiz de Fora provoca manifestação popular.
Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/geral/geral40.php
- Luta por melhorias na saúde -
Lideranças comunitárias da Zona Norte realizaram uma manifestação ontem contra a precariedade da saúde na região. O ato público aconteceu na Praça Jeremias Garcia, em Benfica, com faixas e cartazes com reivindicações. “Desde março, não há pediatra de plantão na policlínica, e este é o quinto sábado sem atendimento de emergência na unidade”, denunciou Carlos Alberto Mendes, presidente da Associação dos Moradores de Benfica.
A mobilização por melhorias na saúde é uma iniciativa da União dos Bairros da Região Norte e Distritos Rurais. “Estamos vivendo um momento de dificuldades no setor da saúde. Faltam médicos e remédios na maioria das unidades”, observou Irene Vitorino, do Fábrica. “O posto do Nova Era completou um mês, e já tem vários problemas. Só há um médico para toda a população e faltam remédios”, salientou Talita do Nascimento.
Além dos problemas relacionados à saúde, os manifestantes também abordaram outros pontos polêmicos.Foram distribuídos panfletos contrários à construção da BR-440, via semiexpressa que ligará a BR-267 à BR-040. “A gente está unindo força com o pessoal da Zona Norte. A preocupação da população da Cidade Alta é grande porque as obras já estão avançando dentro da Represa de São Pedro”, frisou Luiz Cláudio Almeida Santos, do Comitê Diga Não à BR-440
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Deputados pedem vistas do mínimo profissional dos médicos e Prefeitura de Juiz de Fora ainda não cumpre Lei que existe desde 1961.
Deputados pedem vistas do mínimo profissional dos médicos e Prefeitura de Juiz de Fora ainda não cumpre Lei que existe desde 1961.
21 de maio de 2009. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata. Assunto: Salário Mínimo Profissional dos Médicos.
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<*>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
/////////// * TELEGRAMA SINDICAL * \\\\\\\\\\\\ <<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<*>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
DEPUTADOS PEDEM VISTAS DE PROJETO DO NOVO MÍNIMO PROFISSIONAL DOS MÉDICOS, ENQUANTO PREFEITURA DE JUIZ DE FORA RESISTE A OBEDECER A LEI E RECONHECER A CARGA HORÁRIA ESPECIAL DOS MÉDICOS QUE RECEBEM SALÁRIOS PÉSSIMOS. ----------------------------------------------------------------------------------- O Telegrama Sindical recebeu um informe da Câmara dos Deputados sobre o andamento do novo salário mínimo profissional dos médicos. Solicitamos atenção aos nomes dos deputados que pediram vistas do Projeto. É bom que os médicos enviem e-mails para eles para reforçar a necessidade de um padrão salarial digno, compatível com a formação longa, esforçada e cara dos profissionais da Medicina, com a elevada responsabilidade profissional do médico, com o estresse elevado do trabalho e com a nobreza de lidar com vidas humanas, além de trabalharem os médicos em serviços que a legislação considera como essenciais. Não custa nada lembrar isso aos nobres deputados. Segundo solicitação, informamos que as proposições abaixo sofreram movimentação. PL 3734/2008 - Altera a lei n.º 3.999, de 15 de dezembro de 1961, que altera o salário-mínimo dos médicos e cirurgiões-dentistas. - 20/05/2009 Vista conjunta aos Deputados Efraim Filho, Gorete Pereira, Marcio Junqueira e Paulo Pereira da Silva. Atenciosamente, Câmara dos Deputados P.S. - Enquanto isso a Prefeitura de Juiz de Fora insiste em não respeitar a Lei 3999/1961. Em Juiz de Fora a Lei já foi reformada pela Prefeitura, que insiste em pagar menos ao médico porque ele tem carga horária especial. (O argumento do Sr. Vitor Valverde, Secretário de Administração e Recursos Humanos de Custódio de Matos é o mesmo de quem ignora a existência da Lei 3999/1961 - Se médico trabalha quatro horas não pode ganhar o mesmo que quem trabalha oito! Ou seja, desde a primeira administração de Tarcísio Delgado, a Prefeitura de Juiz de Fora mandou a Lei às favas. Agora o Sindicato exige que ela seja respeitada. Além de fazer Justiça, é uma forma de dar aos médicos mais dignidade, haja vista que seus salários hoje são aviltantes. Diz a Lei 3999/1961 Diz o Art. 8º A duração normal do trabalho, salvo acordo escrito que não fira de modo algum o disposto no artigo 12, será: a) para médicos, no mínimo de duas horas e no máximo de quatro horas diárias;
Postado por Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais às 19:47 0 comentários Links para esta postagem