Mostrando postagens com marcador sindicato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sindicato. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sindicato: -Em Juiz de Fora ainda há muito desrespeito ao trabalho médico

.         *** Fax Sindical ***         .19.11.12
De:  Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
Data:19 de novembro de 2012

Referência: Flagrantes de desrespeito ao trabalho médico
É necessária mobilização e luta


1- Em Juiz de Fora, apoiadores do prefeito e candidato derrotado querem transformar consultórios médicos em linha de montagem.
2- Em Minas, prefeitos derrotados se desfazem de mão de obra precária e deixam milhares sem atenção em saúde.
3- Médico, estarrecido com tantas irregularidades, pede auditoria do Ministério do Trabalho nos hospitais locais.

..................................................................

QUEREM ANIQUILAR A ATENÇÃO SECUNDÁRIA NO SUS DE JUIZ DE FORA

Interesses da privataria?

Existem vozes negativas, armadas de preconceitos e concepções discutíveis que, vez por outra, se erguem em desrespeito ao trabalho médicos. Essas vozes são de pessoas surdas à deterioração das condições de trabalho no SUS e cegas diante da má remuneração que vitima os profissionais da saúde na Prefeitura de Juiz de Fora.

O secretário executivo do Conselho Municipal de Saúde, Sr. Jorge Ramos e a Sra. Edna, ouvidora municipal de saúde, agora querem afligir a atenção secundária, setor crítico no sistema público de saúde, atingido por importante déficit de médicos, com a ideia de produção em massa de consultas, pensando que a consulta médica é trabalho igual a montar um automóvel. A produção em série de consultas rebaixa a qualidade do serviço e prejudica os médicos e usuários, a quem submete a um atendimento de terceira classe, cheio de riscos.

Curiosamente, os dois defensores da ideia no Conselho são nomes identificados com a candidatura do atual prefeito à reeleição, candidatura esmagada pela rejeição e que teve resultado pífio. A gestão do atual prefeito na saúde não foi feliz. A rejeição a ele entre os profissionais de saúde é elevadíssima. Mas o Sr. Jorge Ramos não se acanhou em mostrar a sua cara e dar depoimento em respaldo a esse candidato amplamente derrotado.

Agora querem tentar, na administração cessante, ampliar o número de consultas que cada médico especialista faz por turno. Com isso, irresponsavelmente, vão deteriorar a situação da atenção secundária.

Tornarão a função menos atraente e, consequentemente, afugentarão profissionais e provocarão desinteresse dos novatos e demissões entre os veteranos. Não é de se estranhar se medidas desse feitio sejam úteis aos interesses da privataria. Aniquilar a atenção secundária pode ser um passo importante para aniquilá-la e entregá-la a interesses privados.

...................................................................

..............................................................................

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO MÉDICO DEIXA MILHARES SEM SUS EM MINAS

A precarização do serviço público de saúde tem deixado milhões de brasileiros desassistidos. Essa situação persiste impunemente, sem que providências concretas e definitivas sejam tomadas pelas autoridades. Aqui vemos cidades inteiras deixadas sem assistência em saúde porque prefeitos suspenderam contratos e salários de profissionais dos serviços públicos de saúde. A matéria saiu no jornal "Estado de Minas".

Prefeitos em fim de mandato deixam população sem médico
Derrotados nas urnas em pelo menos 13 cidades mineiras rescindem contratos, atrasam pagamentos e demitem profissionais da saúde.

Felipe Canêdo

Alessandra Mello

Publicação: 17/11/2012 07:12 Atualização: 17/11/2012 07:33
Depois das eleições municipais, pelo menos 13 cidades mineiras sofrem com problemas graves na área da saúde, como rescisões de contratos, demissões de médicos e atrasos em pagamentos de funcionários hospitalares, o que leva a população a enfrentar filas e sofrer com a precarização do atendimento. “Alguns municípios, como Lagoa da Prata, já vinham tendo problemas, mas depois da eleição isso piorou de forma aguda. O cenário está caótico e vai ficar pior até janeiro”, avalia o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Gomes Soares. Ele cita outras 10 cidades do estado que passam por situação semelhante: João Monlevade, Divinópolis, Sete Lagoas, Santa Luzia, Nova Serrana, Diamantina, Manhuaçu, Betim, Oliveira e Campo Belo. Além dessas, Matozinhos e Glaucilândia registram as mesmas dificuldades. A entidade se une à Associação Médica de Minas Gerais e ao sindicato da categoria no estado (Sinmed-MG) para deflagrar uma ação conjunta para alertar a população e defender os profissionais. “Uma responsabilidade das prefeituras está sendo injustamente transferida para os médicos, isso é grave.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/11/17/interna_politica,330375/prefeitos-em-fim-de-mandato-deixam-populacao-sem-medico.shtml

..............................................................................

MÉDICO INDIGNADO COM IRREGULARIDADES PEDE AUDITORIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EM HOSPITAIS DE JUIZ DE FORA

Necessidade de auditores ficais do trabalho nos Hospitais de Juiz de Fora.

              Venho, inicialmente ressaltar a enorme importância do papel dos sindicatos, pela fiscalização e busca incansável de melhores condições de trabalho para os profissionais de seus respectivos sindicatos. Históricamente, é inegável, que o Brasil em muito deveu sua evolução sócio, cultural e econômica , à participação ativa dos sindicatos, em forma de movimentos organizados e constitucionais, em incansáveis lutas por melhorias de suas categorias. Fato este, que se repete até os dias atuais, em muitas das categorias de trabalho, cujos trabalhadores, não só anseiam por esta atitude, como também necessitam dela enormemente para sobrevivência digna da categoria. Porém, o que me surpreende, em meus relativos iniciais anos de profissional médico, nove anos no total, é que a categoria médica, tem andado na contra-mão de toda tendência mundial e nacional, quando cada segmento profissional organizado, se dispor a cada vez mais, elevar o nível de seus trabalhadores. Como médico plantonista há mais de 09 anos, é nítido que os hospitais, em sua maioria intuições privadas, filantrópicas, privadas com contratualização com o SUS ou mesmo eminente mente públicas, desrespeitam jocosamente os direitos trabalhistas dos médicos; ainda que sejamos uma classe de diferenciado nível de formação acadêmica e prestadora de serviços de excepcional relevância. Obviamente, nenhuma categoria profissional deve ter seus direitos maculados, porém salta aos olhos, como a classe médica esta sendo desprezada, desrespeitada e ignorada, como se justiça e leis trabalhistas , ainda andassem nos primórdios de nossa sociedade. Indigno-me observar, que nos hospitais em que trabalho e nos demais hospitais que outros colegas trabalham na cidade de Juiz de Fora, impera a completa inobservância das leis trabalhistas; trabalhamos várias horas por semanas....algunas 40, 50, 70, 80 horas semanais....Porém desconhecemos completamente o que é o vínculo empregatício, NENHUM desses locais se dispõem a registrar carteira de trabalho para os médicos...simplesmente, ele não existe. Férias, décimo terceiro, FGTS....são luxos com quais não devemos nunca contar. Enfim, somos legalmente irregulares, para o simples e óbvio fim de se lucrar mais e mais com a exploração de nosso trabalho, às custas de se ignorar leis trabalhistas; ainda que todos os deveres trabalhistas e mais um pouco, nos sejam exigidos a tempo e a hora. Me pergunto, se há sindicato em nossa cidade, se há delegacia de conselho regional de medicina, se há justiça do trabalho, por que, então, nunca se vê nenhuma atitude para se fiscalizar, punir ou mesmo incentivar os hospitais a respeitarem leis trabalhistas, como qualquer outra empresa. Nunca, em 09 anos sendo submetido a este tipo de situação, e ratifico aqui, NUNCA, vi nem um único fiscal do trabalho adentrar algum hospital da cidade, para averiguar a fundo a quantas andas as situações dos médicos de sua cidade. Peço, que o sindicato e o CRM, mobilizem junto ao órgão jurídico responsável, para passar a limpo, essa parte de nossa história manchada pela inércia dos órgão competentes. Trata-se este sim, de um apelo de  indignação, com as tamanhas incorreções com que nossa classe médica vem sofrendo, mas também trata-se de um ato de esperança e de expectativa, de que a partir deste, poderei ver em breve, auditores ficais do trabalho exercendo sua digníssima atividade dentro dos hospitais, e que também poderei ver médico como eu e como tantos outros profissionais desse pais, com seus direitos trabalhistas plenamente cumpridos, como carteira de trabalho, carga horária semanal respeitada, férias, décimo terceiro, FGTS, aposentadoria junto a previdência social.... Enfim, que meu apelo, sirva de mobilização a quem de responsabilidade e!

                                                                                                     Atenciosamente,

(Nome omitido)

terça-feira, 6 de julho de 2010

Faz Sindical 284 Parte 1

Fax Sindical 284 Parte 1 (um)
___________________
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
------------------------------------------------------
Ano VI + No. 284 + 07 de julho de 2010

=========================

AGRAVA-SE CRISE NO SUS EM JUIZ DE FORA .-. SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS REAGEM A GOLPE DO REPOSICIONAMENTO APLICADO PELO GOVERNO ANASTASIA

=========================

PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - NEGOCIAÇÕES DE PAUTA ESPECÍFICA. O SINDICATO QUER NEGOCIAÇÕES TRANSPARENTES, EM BENEFÍCIO DA SAÚDE PÚBLICA EM JUIZ DE FORA. A SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS DEVE EXPLICITAR AS SUAS PROPOSTAS E TORNÁ-LAS CLARAS, PARA O JUSTO CONHECIMENTO DA CLASSE MÉDICA E DE SUA REPRESENTAÇÃO CLASSISTA. O ASSUNTO EXIGE TRANSPARÊNCIA E A CRISE É GRAVE. NÃO ADMITE EXPERIMENTOS DUVIDOSOS OU PROPOSTAS INADEQUADAS.

Notícia da Tribuna de Minas (http://www.tribunademinas.com.br/geral/geral10.php) prova que os salários pífios e a falta de perspectiva de carreira para os médicos municipais de Juiz de Fora não são adequados para atrair e fixar mão de obra qualificada para o SUS. A crise agrava-se. A administração municipal tem se mostrado, até agora, incapaz de estar à altura de suas responsabilidades, mobilizar recursos e propor uma reestruturação razoável na carreira dos médicos municipais. - Leia a matéria na Tribuna de Minas de 7 de julho de 2010
ATENDIMENTO AMBULATORIAL NA REGIONAL LESTE Falta de médicos impede consultas
JACQUELINE SILVA
Repórter

Problema antigo no SUS de Juiz de Fora, o déficit de profissionais de saúde vem se agravando e atingiu ontem situação alarmante. Sem três dos cinco clínicos previstos para o plantão de segunda-feira, a Unidade Regional Leste, no Costa Carvalho, suspendeu todas as consultas ambulatoriais das 7h às 19h. Diariamente são atendidas, neste período, cerca de 200 pessoas.
A falta de médicos também comprometeu o atendimento na Unidade de Atenção Primária à Saúde (Uaps) do Progresso, onde apenas um dos três profissionais da Estratégia Saúde da Família prestava assistência. No HPS, a informação é de que o atendimento de porta teve início após as 9h e sem um dos quatro médicos previstos. Conforme a Secretaria de Saúde, hoje faltam 57 profissionais de diversas especialidades nos setores de urgência e emergência, na atenção primária à saúde e no núcleo de redes assistenciais. O estrangulamento, que tem penalizado usuários e sobrecarregado os demais profissionais da rede, reflete a insatisfação dos médicos com os salários e as condições de trabalho, cenário que tem levado a uma onda de demissões.Quem buscou assistência na Regional Leste ontem foi orientado a procurar a UPA de Santa Luzia, na Zona Sul, ou retornar após 19h.
Aos 79 anos, a aposentada Maria Aparecida da Silva recebeu a informação com revolta. Respirando com dificuldade e acompanhada por uma filha, também com problemas de saúde, a idosa saiu da Regional sem saber ao certo que providências tomar. “Não sabemos onde é essa UPA e não temos dinheiro para a passagem dela. Também não dá para esperar aqui até a noite”, desabafou. A diretora da unidade, Simone Mathiasi, informou que o problema foi causado pelo pedido de demissão de dois médicos e agravado pelo fato de três pacientes em estado grave estarem na sala de urgência, aguardando vagas para UTI. “Os dois clínicos que estão trabalhando foram direcionados para a urgência e emergência. Nesta área, não houve desassistência.” Um pediatra atendia as crianças, mas em ritmo lento. “Estou aqui desde 14h, minha filha está ardendo em febre e não sei quando seremos chamadas”, reclamou a dona de casa Flávia Ferreira, 30 anos, mãe de Ana Flávia, 3, por volta das 17h30.O desinteresse dos médicos pela carreira no serviço público tem sido pauta de negociações entre o sindicato da categoria e o Executivo. “Enquanto a Prefeitura não melhorar o salário, essa triste novela vai continuar”, avalia o presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão. Segundo ele, um projeto propondo melhorias na urgência e emergência é aguardado para esta semana. A Comissão de Saúde da Câmara e o Ministério Público acompanham a situação e cobram providências. Na PJF, a informação é de que processos seletivos estão em andamento. No entanto, reter os trabalhadores tem sido um desafio. Na Uaps de Santa Cruz, por exemplo, foram contratados dois médicos da Estratégia Saúde da Família e um clínico. Os três pediram demissão um mês após a contratação.
Comentário - o déficit de médicos, apesar de toda repercussão, manifestações e queixas, é minimizado pela atual administração. Um exemplo disso é o deficitário Departamento de Saúde Mental. Talvez por erro de digitação ou de avaliação, consta que falta apenas um psiquiatra.

O GOLPE DO GOVERNO DE MINAS CONTRA OS SERVIDORES PÚBLICOS.


Minas Gerais - Atenção médicos estaduais do SUS e servidores públicos estaduais municipalizados - dia 13 de julho PARALISAÇÃO e DIA de luta contra o golpe do Governo Anastasia.

Servidores públicos estaduais reagirão contra calote do reposicionamento.

O Sindsaúde MG comunica: Manifestação com Paralisação do dia 13 de julho (terça-feira) com objetivo de mobilizar a categoria e a população contra o golpe no reposicionamento. A concentração será às 14 horas na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

TelegramaSINDICAL_Termina greve dos médicos municipais de Olinda.

Greve dos médicos municipais em Olinda.

Cinco meses de luta. Paralisações e atos públicos. Enfim, o acordo. Para que a Prefeitura o cumpra, o Ministério Público formalizará um TAC, com os termos do acordo. O movimento e seu desfecho nos oferecem mais um exemplo das duras condições a que estão submetidos os médicos municipais do SUS, em todo o Brasil. E também da necessidade de construir movimentos fortes e persistentes. Os gestores municipais não demonstram, em geral, boa vontade. Temos aqui mais um exemplo. Se os médicos municipais brasileiros não tiverem capacidade de se organizar e lutar, vão continuar valendo muito pouco.

Salário decente, carreira decente, trabalho decente, valorização e respeito é tudo que os médicos do SUS têm o dever moral de exigir.

Leia a notícia sobre o movimento em Olinda:
Após cinco meses de greve, médicos de Olinda retornam nesta segunda (05 de julho).


Para o acordo ser consolidado, as duas partes vão assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no Ministério Público de Olinda (MPPE) também na segunda



Os médicos vinculados à rede municipal de Olinda retornam ao trabalho nesta segunda-feira (5), depois da proposta negociada entre representantes do Sindicato dos Médicos (Simepe) e da Prefeitura. Para o acordo ser consolidado, as duas partes vão assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no Ministério Público de Olinda (MPPE) também na segunda.

O movimento da categoria durou cerca de cinco meses marcado por denúncias das condições de trabalho, atividades em saúde e cidadania, atos públicos e paralisações nas unidades de saúde.


Segundo o Simepe, o consenso foi construído em torno de dois eixos principais: a questão estrutural e financeira. Com relação à primeira, a prefeitura se comprometeu a executar mensalmente a reforma de duas unidades do PSF, além de promover concurso público até o segundo semestre do ano que vem.



No plano financeiro, o reajuste será dado por partes. De imediato, o salário base dos médicos passará de R$ 882 para R$ 1.100, retroativo a maio. Em setembro, o vencimento passará para R$ 1.382 e até dezembro todos os concursados deverão ser incluídos no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). Em maio do ano que vem, o salário base será novamente reajustado, chegando aos R$ 1.700.


Ainda de acordo com o Simepe, o escalonamento do salário terá uma nova etapa entre maio de 2011 e maio de 2012.

Outra questão resolvida entre o Simepe e a Prefeitura diz respeito às demissões. Durante o movimento de paralisação por tempo indeterminado, nos últimos dois meses, cerca de 30 médicos entregaram cartas ao sindicato, oficializando seus pedidos de exonerações. Os documentos, no entanto, não foram entregues à Secretaria de Saúde de Olinda. O quadro de médicos do município é composto por aproximadamente 280 profissionais (concursadose contratados).

A notícia saiu em www.pe360graus.globo.com/noticias/cidades/greve/2010/07/04/NWS,516154,4,67,NOTICIAS,766-APOS-MESES-GREVE-MEDICOS-OLINDA-RETORNAM-SEGUNDA.aspx

Seguidores