domingo, 30 de março de 2014

MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL

Sindicato Expresso: MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL



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***** FAX SINDICAL  30 / 03 / 2 0 1 4 *****
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***** .'. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata .'. *****
….............................................................................................................................
*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***
Juiz de Fora, 30 de março de 2014
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AVISO SINDICAL IMPORTANTE




ASSEMBLÉIA GERAL DOS MÉDICOS MUNICIPAIS DE JUIZ DE FORA




PAUTA - CONSTRUIR A PARALISAÇÃO DO DIA 7 DE ABRIL.
DISCUTIR:
PCCS, EQUIPARAÇÃO SALARIAL, “MAIS MÉDICOS”, CONCURSO PÚBLICO, CARREIRA, SALÁRIO DECENTE, TRABALHO DECENTE




POR FAVOR, DIVULGUEM, CONVIDEM OS COLEGAS, COMPARTILHEM ESSE FAX SINDICAL.




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NEGOCIAÇÕES SOBRE O PCCS: A PREFEITURA DE JUIZ DE FORA ATRASA PCCS




Uma nova rodada de negociações acontecerá no final de abril. A adesão, feita na calada da noite, ao programa “Mais Médicos” serviu de senha para que as negociações entre sindicato e prefeitura sobre a construção de uma carreira para médicos na PJF fosse colocada em banho maria.
O Sindicato tem alertado que a falta de salário decente e de trabalho decente não tem contribuído para a deterioração da qualidade do SUS em Juiz de Fora, já que, nas condições atuais, fica difícil atrair e fixar profissionais para o serviço público. Isso afeta principalmente a atenção secundária (serviços médicos especializados, médicos especialistas) e os serviços de urgência e emergência. As soluções precárias de nada servem, se não para prolongar a crise no SUS por meio de remendos e improvisações que têm sempre vida curta e adiam soluções definitivas e consistentes.




Juiz de Fora tem 3 faculdades de Medicina, sendo uma federal, vários cursos de residência médica, e uma relação de médico por habitantes de 1 por 220. Logo, não se enquadra no nos “rincões” e “grotões”, onde os médicos brasileiros não querem trabalhar, segundo o discurso da propaganda governista, deixando os “necessitados” (ou “coitados”) sem qualquer assitência. Não vale para JF a fala da propaganda oficial, o argumento se reduz a nada porque não corresponde a nossa realidade. O que tem prevalecido é a reconhecida incompetência do serviço público em atrair e fixar médicos, com salários decentes e contratos de trabalho adequados.




Argumentos e fatos de nada adiantam quando não existe vontade política de agir para sanar as dificuldades.




Lamentaremos profundamente se a prefeitura adotar a mesma atitude do ministério da Saúde e excluir os médicos da sociedade civil. Essa operação se caracteriza pela exclusão das pessoas jurídicas que representam a classe médica de qualquer tipo de negociação e dialógos reais e efetivos. Nesse caso estará desenhada uma opção pelo confronto.




TUTOR OU FEITOR?




Foi citado, como tutor do programa “Mais Médicos” em Juiz de Fora, o nome do médico Geraldo Guedes. Isso causou espécie na comunidade médica local, haja vista que o citado profissional já exerceu a presidência do CRMMG.




No caso de Juiz de Fora, onde o “Mais Médicos” é realizado com médicos provenientes de Cuba, pressupõe-se que o tutor seja concordante com a realidade desses profissionais.




A recente deserção da Dra. Ramona permitiu à sociedade brasileira e à classe médica, conhecer os termos exatos do contrato de trabalho assinado pelos profissionais que vem de Cuba. Essa contrato, firmado em nome de uma empresa cubana denominada Empresa Mercantil de Serviços Médicos de Cuba. Trata-se, evidentemente, de uma operação de terceirização, ou seja, de precarização do trabalho no serviço público. Seus termos  permitem que um profissional cubano receba uma bolsa de menos de mil reais, enquanto os bolsistas de outras nacionalidades percebem dez mil reais, com auxílios para moradia, alimentação e transporte.




O Ministério Público do Trabalho, agindo em respeito aos direitos sociais conquistados no Brasil, entrou com ação contra o programa “Mais Médicos”, definindo as condições de trabalho dos cubanos como “análogas à escravidão” (palavras do Dr. Sebastião Caixeta, procurador geral do Trabalho).




Estranho quando achamos um médico que já presidiu o CRMMG convivendo com profissionais que estão submetidos a condições de trabalho “análogas à escravidão”.  É assim que gente como esse tutor encara o trabalho médico, com total desrespeito.




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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL

Sindicato Expresso: MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL



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***** FAX SINDICAL  30 / 03 / 2 0 1 4 *****
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***** .'. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata .'. *****
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*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***
Juiz de Fora, 30 de março de 2014
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AVISO SINDICAL IMPORTANTE




ASSEMBLÉIA GERAL DOS MÉDICOS MUNICIPAIS DE JUIZ DE FORA




PAUTA - CONSTRUIR A PARALISAÇÃO DO DIA 7 DE ABRIL.
DISCUTIR:
PCCS, EQUIPARAÇÃO SALARIAL, “MAIS MÉDICOS”, CONCURSO PÚBLICO, CARREIRA, SALÁRIO DECENTE, TRABALHO DECENTE




POR FAVOR, DIVULGUEM, CONVIDEM OS COLEGAS, COMPARTILHEM ESSE FAX SINDICAL.




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NEGOCIAÇÕES SOBRE O PCCS: A PREFEITURA DE JUIZ DE FORA ATRASA PCCS




Uma nova rodada de negociações acontecerá no final de abril. A adesão, feita na calada da noite, ao programa “Mais Médicos” serviu de senha para que as negociações entre sindicato e prefeitura sobre a construção de uma carreira para médicos na PJF fosse colocada em banho maria.
O Sindicato tem alertado que a falta de salário decente e de trabalho decente não tem contribuído para a deterioração da qualidade do SUS em Juiz de Fora, já que, nas condições atuais, fica difícil atrair e fixar profissionais para o serviço público. Isso afeta principalmente a atenção secundária (serviços médicos especializados, médicos especialistas) e os serviços de urgência e emergência. As soluções precárias de nada servem, se não para prolongar a crise no SUS por meio de remendos e improvisações que têm sempre vida curta e adiam soluções definitivas e consistentes.




Juiz de Fora tem 3 faculdades de Medicina, sendo uma federal, vários cursos de residência médica, e uma relação de médico por habitantes de 1 por 220. Logo, não se enquadra no nos “rincões” e “grotões”, onde os médicos brasileiros não querem trabalhar, segundo o discurso da propaganda governista, deixando os “necessitados” (ou “coitados”) sem qualquer assitência. Não vale para JF a fala da propaganda oficial, o argumento se reduz a nada porque não corresponde a nossa realidade. O que tem prevalecido é a reconhecida incompetência do serviço público em atrair e fixar médicos, com salários decentes e contratos de trabalho adequados.




Argumentos e fatos de nada adiantam quando não existe vontade política de agir para sanar as dificuldades.




Lamentaremos profundamente se a prefeitura adotar a mesma atitude do ministério da Saúde e excluir os médicos da sociedade civil. Essa operação se caracteriza pela exclusão das pessoas jurídicas que representam a classe médica de qualquer tipo de negociação e dialógos reais e efetivos. Nesse caso estará desenhada uma opção pelo confronto.




TUTOR OU FEITOR?




Foi citado, como tutor do programa “Mais Médicos” em Juiz de Fora, o nome do médico Geraldo Guedes. Isso causou espécie na comunidade médica local, haja vista que o citado profissional já exerceu a presidência do CRMMG.




No caso de Juiz de Fora, onde o “Mais Médicos” é realizado com médicos provenientes de Cuba, pressupõe-se que o tutor seja concordante com a realidade desses profissionais.




A recente deserção da Dra. Ramona permitiu à sociedade brasileira e à classe médica, conhecer os termos exatos do contrato de trabalho assinado pelos profissionais que vem de Cuba. Essa contrato, firmado em nome de uma empresa cubana denominada Empresa Mercantil de Serviços Médicos de Cuba. Trata-se, evidentemente, de uma operação de terceirização, ou seja, de precarização do trabalho no serviço público. Seus termos  permitem que um profissional cubano receba uma bolsa de menos de mil reais, enquanto os bolsistas de outras nacionalidades percebem dez mil reais, com auxílios para moradia, alimentação e transporte.




O Ministério Público do Trabalho, agindo em respeito aos direitos sociais conquistados no Brasil, entrou com ação contra o programa “Mais Médicos”, definindo as condições de trabalho dos cubanos como “análogas à escravidão” (palavras do Dr. Sebastião Caixeta, procurador geral do Trabalho).




Estranho quando achamos um médico que já presidiu o CRMMG convivendo com profissionais que estão submetidos a condições de trabalho “análogas à escravidão”.  É assim que gente como esse tutor encara o trabalho médico, com total desrespeito.




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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL

Sindicato Expresso: MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – TODOS À ASSEMBLEIA 02/04 E PARALISAÇÃO DIA 07/04 | FAX SINDICAL



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***** FAX SINDICAL  30 / 03 / 2 0 1 4 *****
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*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***
Juiz de Fora, 30 de março de 2014
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AVISO SINDICAL IMPORTANTE




ASSEMBLÉIA GERAL DOS MÉDICOS MUNICIPAIS DE JUIZ DE FORA




PAUTA - CONSTRUIR A PARALISAÇÃO DO DIA 7 DE ABRIL.
DISCUTIR:
PCCS, EQUIPARAÇÃO SALARIAL, “MAIS MÉDICOS”, CONCURSO PÚBLICO, CARREIRA, SALÁRIO DECENTE, TRABALHO DECENTE




POR FAVOR, DIVULGUEM, CONVIDEM OS COLEGAS, COMPARTILHEM ESSE FAX SINDICAL.




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NEGOCIAÇÕES SOBRE O PCCS: A PREFEITURA DE JUIZ DE FORA ATRASA PCCS




Uma nova rodada de negociações acontecerá no final de abril. A adesão, feita na calada da noite, ao programa “Mais Médicos” serviu de senha para que as negociações entre sindicato e prefeitura sobre a construção de uma carreira para médicos na PJF fosse colocada em banho maria.
O Sindicato tem alertado que a falta de salário decente e de trabalho decente não tem contribuído para a deterioração da qualidade do SUS em Juiz de Fora, já que, nas condições atuais, fica difícil atrair e fixar profissionais para o serviço público. Isso afeta principalmente a atenção secundária (serviços médicos especializados, médicos especialistas) e os serviços de urgência e emergência. As soluções precárias de nada servem, se não para prolongar a crise no SUS por meio de remendos e improvisações que têm sempre vida curta e adiam soluções definitivas e consistentes.




Juiz de Fora tem 3 faculdades de Medicina, sendo uma federal, vários cursos de residência médica, e uma relação de médico por habitantes de 1 por 220. Logo, não se enquadra no nos “rincões” e “grotões”, onde os médicos brasileiros não querem trabalhar, segundo o discurso da propaganda governista, deixando os “necessitados” (ou “coitados”) sem qualquer assitência. Não vale para JF a fala da propaganda oficial, o argumento se reduz a nada porque não corresponde a nossa realidade. O que tem prevalecido é a reconhecida incompetência do serviço público em atrair e fixar médicos, com salários decentes e contratos de trabalho adequados.




Argumentos e fatos de nada adiantam quando não existe vontade política de agir para sanar as dificuldades.




Lamentaremos profundamente se a prefeitura adotar a mesma atitude do ministério da Saúde e excluir os médicos da sociedade civil. Essa operação se caracteriza pela exclusão das pessoas jurídicas que representam a classe médica de qualquer tipo de negociação e dialógos reais e efetivos. Nesse caso estará desenhada uma opção pelo confronto.




TUTOR OU FEITOR?




Foi citado, como tutor do programa “Mais Médicos” em Juiz de Fora, o nome do médico Geraldo Guedes. Isso causou espécie na comunidade médica local, haja vista que o citado profissional já exerceu a presidência do CRMMG.




No caso de Juiz de Fora, onde o “Mais Médicos” é realizado com médicos provenientes de Cuba, pressupõe-se que o tutor seja concordante com a realidade desses profissionais.




A recente deserção da Dra. Ramona permitiu à sociedade brasileira e à classe médica, conhecer os termos exatos do contrato de trabalho assinado pelos profissionais que vem de Cuba. Essa contrato, firmado em nome de uma empresa cubana denominada Empresa Mercantil de Serviços Médicos de Cuba. Trata-se, evidentemente, de uma operação de terceirização, ou seja, de precarização do trabalho no serviço público. Seus termos  permitem que um profissional cubano receba uma bolsa de menos de mil reais, enquanto os bolsistas de outras nacionalidades percebem dez mil reais, com auxílios para moradia, alimentação e transporte.




O Ministério Público do Trabalho, agindo em respeito aos direitos sociais conquistados no Brasil, entrou com ação contra o programa “Mais Médicos”, definindo as condições de trabalho dos cubanos como “análogas à escravidão” (palavras do Dr. Sebastião Caixeta, procurador geral do Trabalho).




Estranho quando achamos um médico que já presidiu o CRMMG convivendo com profissionais que estão submetidos a condições de trabalho “análogas à escravidão”.  É assim que gente como esse tutor encara o trabalho médico, com total desrespeito.




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quinta-feira, 13 de março de 2014

#CRISEnoSUS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – ASSEMBLEIA GERAL POR ISONOMIA E EQUIPARAÇÃO | FAX SINDICAL

#CRISEnoSUS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – ASSEMBLEIA GERAL POR ISONOMIA E EQUIPARAÇÃO | FAX SINDICAL



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***** FAX SINDICAL  13 / 03 / 2 0 1 4 *****
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***** .'. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata .'. *****
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*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***
Juiz de Fora, 13 de março de 2014
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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA FARÃO ASSEMBLÉIA NO DIA 18 DE MARÇO


PAUTA: CAMPANHA POR EQUIPARAÇÃO SALARIAL E ISONOMIA.


Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora - Muitos, talvez a maioria, já sabe que a Prefeitura de Juiz de Fora aderiu ao programa “Mais Médicos”, apesar da alta relação de médicos por habitante existente na cidade e da existência aqui de três faculdades de Medicina.


Essa medida inopinada, causou, em princípio, o afastamento de médicos locais, filhos de famílias locais, moradores da cidade, que foram aprovados em prova de seleção pública para contrato temporário na atenção básica e não serão mais convocados. Serão substituídos pelos bolsistas do programa “Mais Médicos”.


O programa “Mais Médicos” prevê que cada profissional contratado por ele, além de dispensa de prova de revalidação, receba 10.000 (dez mil) reais, além de auxílios para moradia e transporte (contrapartida do município).


Não considera o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora que haja justiça em se atribuir a um bolsista que vai atuar tal qual um profissional dos serviços públicos de saúde um salário que seja bem superior aquele que a Prefeitura de Juiz de Fora pratica com seus médicos, efetivos, temporários e terceirizados (UPAs).


Considerando que ainda existe o princípio da Isonomia o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora vai apresentar à Prefeitura a reivindicação de que se respeite esse princípio e, descartando o cinismo das doutrinas prejudiciais e a prática nociva da desigualdade que sacrificam a isonomia, estabeleça, de modo imediato, a igualdade entre a remuneração dos bolsistas que a administração municipal convocou e a dos médicos municipais de Juiz de Fora.


Para que isso se viabilize, torna-se necessária a presença massiva dos médicos municipais na Assembléia Geral dos Médicos Municipais da Prefeitura de Juiz de Fora, a se realizar na próxima terça-feira, 18 de março de 2014, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, cita à rua Braz Bernardino, 59 - centro - Juiz de Fora.


MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA  - TODOS A ASSEMBLÉIA GERAL - PAUTA ÚNICA - EQUIPARAÇÃO E ISONOMIA JÁ!
QUANDO E ONDE?
DIA 18 DE MARÇO DE 2014 - TERÇA-FEIRA - 19 HORAS E 30 MINUTOS - SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA. RUA BRAZ BERNARDINO,59 - CENTRO - JUIZ DE FORA -MG

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fax Sindical 25.02.2014

Fax Sindical
De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas
Data: 25 de maio de 2014
Hora:18:07

Comunicado Sindical Importante.

URGENTE!!!

Atenção médicos municipais da Prefeitura de Juiz de Fora.

A Prefeitura, por meio de setores da SARH, está se recusando a agendar reunião com representantes de nosso sindicato para discutir o PCCS. O PCCS é uma reivindicação inalienável da nossa categoria e é de interesse geral por conter as premissas da valorização profissional indispensável para atrair e fixar profissionais na rede pública, indispensáveis nos serviços de urgência e emergência, especialidades médicas e atenção primaria, tão necessários a toda a nossa população.

Não podemos aceitar que a administração municipal queira impedir que as negociações prosperem democraticamente, para o bem dos que usam e trabalham em nossos serviços públicos de saúde.

Diante desse lamentável impasse conclamamos a categoria que se prepare e se mobilize. Fiquemos todos alertas. Uma assembleia geral pode ser convocada a qualquer momento.

Pedimos a todos os colegas, ao meio sindical e aos usuários do sistema que ajudem a divulgar esse comunicado.

O sindicato médico pede pelas negociações e pela Saúde. A nossa mobilização é um fato.

Divulgado em caráter de urgência pela Secretaria Geral do Sindicato.

(A) Geraldo H. Sette

Enviado do meu BlackBerry® da TIM

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fax Sindical 11.02.2014

FAX SINDICAL
De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de MG.
Data: 11 de fevereiro de 2014

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Nesse comunicado: Sindicato obtém vitória nas negociações com a PJF. Visita oficial do Presidente da FENAM ao Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora. Presidente do CRM de Goiás, em nota oficial, pede reação democrática da classe médica.


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Legislação municipal agora atende à realidade da formação médica. Vitória do Sindicato.

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Foi sancionada a lei municipal 12916 de 01 /2014. Mais uma vitória importante de nosso sindicato. O lei modifica a progressão por mérito dos Médicos municipais de Juiz de Fora, permitindo a progressão mediante apresentação do título de especialista que antes não era considerado. Agora a legislação atende à realidade específica da formação médica.

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REPERCUTE VISITA DO PRESIDENTE DA FENAM A JUIZ DE FORA

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Dr. Geraldo Ferreira, presidente da FENAM, o vice-presidente, Dr. Oto Batista e representantes sindicais do ABC paulista, de Belo Horizonte e de Santa Catarina, além do Dr. Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, fizeram uma visita oficial ao Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata na sexta, 07 de fevereiro.

A visita foi encerrada com uma conferência sobre o movimento médico e a organização sindical dos médicos que se realizou à noite, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Na tarde foi feita uma visita ao HPS, hospital de referência do SUS no atendimento a urgências e emergências de Juiz de Fora e região.

A expansão da violência urbana no Brasil tem atingido também essa região, expondo as fragilidades e deficiências do sistema público de saúde. As deficiências gravíssimas na segurança pública e os acidentes de trânsito e de trabalho, cada vez mais frequentes, exercem forte pressão sobre serviços de urgência e emergência como o HPS. E isso foi constatado nessa visita.

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EM NOTA OFICIAL, CRM DE GOIÁS PEDE REAÇÃO MÉDICA

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Em nota oficial, o presidente do CRM de Goiás conclama a classe médica a se unir, a superar picuinhas e divergências circunstanciais e a entender a importância de sua unidade nesse ano eleitoral.

Os médicos precisam aprender a reagir.

Uma categoria altamente qualificada, de formação acadêmica exigente, formada por mais de 380 mil profissionais, organizados em conselhos profissionais (CFM e CRMs), em sindicatos e federações, em associações e cooperativas, tem capacidade para ser influente. Destacamos que conselhos, associações, sindicatos e cooperativas médicas têm suas diretorias eleitas democraticamente, pelo voto de seus integrantes e com eleições periódicas.

Ele destaca a importância de se elegerem profissionais comprometidos com as mais justas reivindicações da classe médica, e a necessidade de se estar atento a isso. Destaca a atitude de confronto adotada pelo governo, que em uma semana vetou a lei da regulamentação da Medicina no Brasil e adotou o programa "Mais Médicos", desconhecendo a necessidade de revalidar diplomas e a legislação trabalhista.

Cumpre acrescentar que o governo excluiu qualquer tipo de negociação com a classe médica, como se conselhos, associações e sindicatos eleitos por médicos, e que congregam centenas de milhares de associados, não fizessem parte da sociedade civil.

A íntegra da nota está no link:
http://www.cremego.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26817%3Aem-carta-cemeg-conclama-os-medicos-a-se-unirem&catid=3
Enviado do meu BlackBerry® da TIM

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Convite para reunião dos médicos de Juiz de Fora e Região com presidente da FENAM | FAX SINDICAL

Convite para reunião dos médicos de Juiz de Fora e Região com presidente da FENAM | FAX SINDICAL



Juiz de Fora, 05 de fevereiro de 2014.




FAX SINDICAL
De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.




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AVISO SINDICAL IMPORTANTE




PREZADOS COLEGAS, SOLICITAMOS QUE COMPAREÇAM, DIVULGUEM E CONVIDEM -




PRESIDENTE DA FENAM EM JUIZ DE FORA




DIA 07 DE FEVEREIRO DE 2014 - SEXTA-FEIRA - 19 HORAS E 30 MINUTOS - NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA (RUA BRAZ BERNARDINO, 59 - CENTRO - JUIZ DE FORA).




Além do Dr. Geraldo Ferreira, presidente da Fenam, órgão máximo da representação classista dos médicos brasileiros, estarão presentes o Dr. Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e o Dr. Otto, do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo e dirigente do sindicalismo médico nacional.




A mobilização é necessária, a presença de todos será conveniente e interessante. Vamos participar.





MAIS MÉDICOS - PRIMEIRA MÉDICA CUBANA PEDE ASILO POLÍTICO








Como sabemos, a imprensa noticiou que a Dra. Ramona Rodriguez, cubana em exercício no Brasil, pediu asilo político. Diante da degradação a que seu contrato de trabalho a submetia, preferiu fugir e pedir asilo, em busca de uma saída para o caminho da servidão. Se entregue ao governo cubano estará sujeita a sérios riscos, a danos morais e materiais que o regime ditatorial costuma infringir a seus adversários ou àqueles que se contrapõem aos seus desígnios. Diante disso, apresentamos abaixo para que todos assinem e divulguem uma petição em favor da concessão de asilo político à Dra Ramona.




Petição - Solicitamos que seja concedido asilo político à Dra. Ramona


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