terça-feira, 18 de maio de 2010

Fax 266 Juiz de Fora: Prefeitura vai parar dia 20 de maio.

FAX SINDICAL 266

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 266 * 18 de maio de 2010

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Dia 20 de maio será um dia decisivo para os servidores públicos municipais de Juiz de Fora. Paralisação geral unificada – Sindicatos dos Médicos, SINSERPU, SINPRO, SEMGE

 

Paralisação geral da Prefeitura - ato público às 10 horas na Praça da Estação

 

Ainda no dia 20 de maio, às 19 horas e 30 minutos - Assembléia dos Médicos da Prefeitura - na Sociedade de Medicina - Rua Braz Bernardino, 59.

 

 

Prefeitura anuncia implantação do ponto eletrônico.

 

Matéria divulgada no site local Acessa.com informa sobre as queixas de usuários quanto aos atrasos de médicos da atenção secundária e de unidades básicas de saúde. A matéria teve como foco as queixas registradas na Ouvidoria Municipal de Saúde. A área de principal incidência de queixas de usuários tem sido o PAM Marechal. Em entrevista concedida ao Acessa.com, o Secretário de Administração e Recursos Humanos do Prefeito Custódio de Matos, Dr. Vitor Valverde, informa, com todas as letras, que a Prefeitura espera resolver a questão com a implantação do ponto eletrônico. A matéria, na íntegra, pode ser conferida na página http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/05/14-medicos/

 

Juiz de Fora: Fórum Intersindical. Prefeitura envia índice de 7% para Câmara

 

A reposição salarial dos servidores públicos municipais de Juiz de Fora ficou em 7% para a Prefeitura, que já cuidou de encaminhar projeto de lei, assinado por Custódio e Vitor Valverde, para a Câmara Municipal, conforme já foi informado no Fax Sindical. Longe de ser fim de jogo, a decisão surpreendeu e revoltou o funcionalismo. Deslocou radicalmente o eixo da discussão sobre o índice do prédio da Prefeitura para a sede da Câmara.

 

O Sindicato dos Médicos está alinhado ao SINSERPU, ao sindicato de professores e à delegacia do Semge (Sindicato dos Engenheiros de Minas) nessas negociações, sempre procurando o consenso democrático em torno do melhor encaminhamento para o movimento e sem nunca esquecer a grande importância social e política das reivindicações da pauta específica dos Médicos da Prefeitura. Esse movimento, autodenominado genericamente de FORUM SINDICAL, produzirá a paralisação de protesto e o ato público de 20 de maio próximo.

 

Médico da Prefeitura de Juiz de Fora: divulgue a paralisação, avise aos colegas. Participe da Assembléia Geral do dia 20 de maio, a partir de 19 horas e trinta minutos na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora.

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Mantenha-se informado. Participe.

 

Informação rápida? http://twitter.com/faxsindical

Comente o Fax Sindical - deixe sua denuncia - comunique distorções e demissões em http://telegramasindical.blogspot.com

Contato do Sindicato dos Médicos - (32)3217 2101

sábado, 15 de maio de 2010

Fax Sindical 265

FAX SINDICAL 265

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 265 * 15 de maio de 2010

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Prefeitura de Juiz de Fora: Negociações coletivas 2010

Custódio outorga aumento de 7% e desconhece diálogo e negociações

 

Dia 20 de maio haverá paralisação geral dos servidores da Prefeitura, de todas as classes, e ato público às 10 horas na Praça da Estação. O Sindicato dos Médicos está junto com o SINSERPU e o sindicato de professores nessa empreitada. Os médicos da Prefeitura estão convocados para uma Assembléia às 19 horas e 30 minutos, na mesma data, na Sociedade de Medicina.

 

Nova reunião entre os sindicalistas e o representante do Prefeito Custódio de Matos (PSDB MG) foi realizada na tarde de sexta-feira, 14 de maio. O Secretário de Administração e Recursos Humanos da administração do Prefeito Custódio de Matos, o Sr. Vitor Valverde, recebeu os sindicalistas que representam os servidores municipais, professores, médicos e engenheiros e, mais uma vez fez o discurso da intransigência. 7% e não se fala mais disso. Só se esqueceu de avisar que o Prefeito Custódio já estava mandando para a Câmara um projeto que corrigia o salário dos servidores em 7%. Estranha negociação.

 

Hoje, 15 de maio, a imprensa anuncia que o Prefeito Custódio de Matos remeteu à Câmara Municipal projeto de lei que reajusta os salários do funcionalismo municipal em 7%. Ninguém duvida da tendência da Câmara em ser subserviente ao Prefeito, como no caso do IPTU. Para a Prefeitura fim de jogo. Para o servidor público mais uma prova da indisposição do Prefeito para o diálogo. Se assim agiram na questão do índice de aumento, podemos imaginar, sem dificuldades, como será na discussão das pautas específicas.

 

Questionado sobre o descumprimento do acordo entre a Prefeitura e os médicos, firmado em 2009, o Secretário não encontrou palavras para justificar a desfaçatez. Questionado sobre o fato de a Prefeitura alegar que não tem recursos para elevar o índice e prometer respostas para as reivindicações específicas das várias classes de servidores, o Secretário de Custódio disse que tudo já está previsto. Ou seja, para a atual administração há clara sinalização que não haverá diálogo e sim a simples comunicação do que foi previamente decidido.

 

A cidade depende dos serviços públicos que são operados por milhares de pessoas. Essas pessoas, os servidores públicos municipais, estão desvalorizados. Seus salários estão achatados e impõem dificuldades à sua sobrevivência. Cerca de 3.000 mil deles dependem de abonos e complementações para perceberem valores que superem o salário mínimo nacional, determinado pelo Governo Federal. Há uma crise muito séria na saúde, agravada por pedidos de demissão de médicos que já não suportam os salários tão ruins para atenderem em condições tão precárias. Agrava tudo isso a incapacidade da atual administração em honrar a palavra empenhada. Até hoje o Prefeito Custódio de Matos e o Secretário Vitor Valverde não cumpriram o que acertaram com o Sindicato dos Médicos em 2009.

 

Para o dia 20 de maio próximo está prevista uma paralisação geral do funcionalismo.  Submetemos à reflexão dos médicos da Prefeitura algumas questões, para que possam entender que, não só o movimento é justo, como também merece a adesão e a participação da classe médica.

 

1- Deterioração geral das condições de trabalho. As escalas de plantão andam incompletas. Faltam insumos e medicamentos. O mobiliário usado pelos profissionais está desgastado e não atende às normas da Ergonomia. Os médicos e outros servidores da Saúde estão sujeitos a doenças profissionais pelas más condições de trabalho.

2- Salários deploráveis. Hoje, na Prefeitura de Juiz de Fora, o vencimento inicial de um médico está abaixo dos três salários mínimos. Indigno para mão de obra altamente qualificada e inferior ao que prescreve a Lei Federal 3.999/1961,

3- Os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora sofrem discriminação salarial. Percebem menos 25% do que o nível superior. Isso decorre do fato de não ser reconhecida, pelo empregador, a carga horária especial dos profissionais. Essa é uma particularidade da Prefeitura de Juiz de Fora que humilha a classe médica.

4- Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora estão expostos a graves riscos. Trabalham com quadro de pessoal deficitário e em condições inadequadas. Faltam insumos, equipamentos, vagas para internações, procedimentos especializados, exames. Isso aumenta a demanda, o estresse profissional, expõe os médicos a risco de toda a ordem. O empregador, no caso atual a administração Custódio de Matos coloca o médico e os usuários dos serviços de saúde em risco de erros médicos e piora a qualidade do atendimento.

5- Não podemos nos esquecer que o Prefeito Custódio de Matos foi o primeiro e único que cortou os baixos salários dos médicos da Prefeitura como instrumento para reprimir as paralisações do ano passado. Outras categorias que fizeram paralisações no mesmo período não foram penalizadas dessa forma. Esse tratamento discriminatório e covarde teve por objetivo amedrontar e achincalhar a classe médica.

6- Muitos médicos, assim como milhares de servidores públicos não esquecerão o prejuízo que tiveram com a cassação das isenções a que tinham direito. A iniciativa desfavorável será sempre lembrada e associada ao nome de Custódio de Matos e dos vereadores que votaram contra o servidor público.

7- Incapacidade da Prefeitura para realizar concursos públicos.  Essa incompetência tem agravado a crise na saúde.

8- Médicos da Prefeitura não tem perspectiva de carreira no serviço público. Essa falta de esperança em relação ao futuro contribui decisivamente para não fixar os profissionais no SUS de Juiz de Fora.

9- Existência de denúncias de assédio moral nos órgãos públicos de saúde, em vários setores e sob diversas formas.

10- Gestores despreparados, escolhidos por critérios puramente políticos ou por interesses da burocracia ou interesses inconfessos da politicagem assistencialista com a Saúde, o que tem contribuído para a deterioração das condições de trabalho.

11- Desorganização do trabalho médico. Apesar das normas emanadas do CFM, muitos médicos da Prefeitura ficam sem direção clínica e sem Comissão de Ética. Esse problema (ou ilegalidade) é mais freqüente na atenção básica.

12- A atual administração acredita que o problema da Saúde é o fato dos médicos, que, na visão deles, existem em quantidade abundante, não cumprem horário ou vivem fazendo esquemas. Por isso já planejou e irá executar a vigilância eletrônica. Equipamentos de ponto biométrico, sofisticados e de custo elevadíssimo serão instalados em toda parte. Apesar disso continuará faltando esparadrapo e antibióticos.

13- Perda de credibilidade. Alguém sabe responder se a administração do Prefeito Custódio cumpriu o que foi combinado em acordo com os médicos em 2009?

 

Justificam esses fatos uma reação dos médicos da Prefeitura? Caso os profissionais acreditem que justifica, devem paralisar suas atividades no dia 20 de maio, participar do ato público na Praça da Estação, às 10 horas e da Assembléia dos Médicos da Prefeitura, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia.

 

Informação rápida? Veja em http://twitter.com/faxsindical

O Fax Sindical pode ser também lido e comentado em http://telegramasindical.blogspot.com O contato do Sindicato dos Médicos é pelo telefone 32172101.

 

 

FAX SINDICAL 265

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 265 * 15 de maio de 2010

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Prefeitura de Juiz de Fora: Negociações coletivas 2010

Custódio outorga aumento de 7% e desconhece diálogo e negociações

 

Dia 20 de maio haverá paralisação geral dos servidores da Prefeitura, de todas as classes, e ato público às 10 horas na Praça da Estação. O Sindicato dos Médicos está junto com o SINSERPU e o sindicato de professores nessa empreitada. Os médicos da Prefeitura estão convocados para uma Assembléia às 19 horas e 30 minutos, na mesma data, na Sociedade de Medicina.

 

Nova reunião entre os sindicalistas e o representante do Prefeito Custódio de Matos (PSDB MG) foi realizada na tarde de sexta-feira, 14 de maio. O Secretário de Administração e Recursos Humanos da administração do Prefeito Custódio de Matos, o Sr. Vitor Valverde, recebeu os sindicalistas que representam os servidores municipais, professores, médicos e engenheiros e, mais uma vez fez o discurso da intransigência. 7% e não se fala mais disso. Só se esqueceu de avisar que o Prefeito Custódio já estava mandando para a Câmara um projeto que corrigia o salário dos servidores em 7%. Estranha negociação.

 

Hoje, 15 de maio, a imprensa anuncia que o Prefeito Custódio de Matos remeteu à Câmara Municipal projeto de lei que reajusta os salários do funcionalismo municipal em 7%. Ninguém duvida da tendência da Câmara em ser subserviente ao Prefeito, como no caso do IPTU. Para a Prefeitura fim de jogo. Para o servidor público mais uma prova da indisposição do Prefeito para o diálogo. Se assim agiram na questão do índice de aumento, podemos imaginar, sem dificuldades, como será na discussão das pautas específicas.

 

Questionado sobre o descumprimento do acordo entre a Prefeitura e os médicos, firmado em 2009, o Secretário não encontrou palavras para justificar a desfaçatez. Questionado sobre o fato de a Prefeitura alegar que não tem recursos para elevar o índice e prometer respostas para as reivindicações específicas das várias classes de servidores, o Secretário de Custódio disse que tudo já está previsto. Ou seja, para a atual administração há clara sinalização que não haverá diálogo e sim a simples comunicação do que foi previamente decidido.

 

A cidade depende dos serviços públicos que são operados por milhares de pessoas. Essas pessoas, os servidores públicos municipais, estão desvalorizados. Seus salários estão achatados e impõem dificuldades à sua sobrevivência. Cerca de 3.000 mil deles dependem de abonos e complementações para perceberem valores que superem o salário mínimo nacional, determinado pelo Governo Federal. Há uma crise muito séria na saúde, agravada por pedidos de demissão de médicos que já não suportam os salários tão ruins para atenderem em condições tão precárias. Agrava tudo isso a incapacidade da atual administração em honrar a palavra empenhada. Até hoje o Prefeito Custódio de Matos e o Secretário Vitor Valverde não cumpriram o que acertaram com o Sindicato dos Médicos em 2009.

 

Para o dia 20 de maio próximo está prevista uma paralisação geral do funcionalismo.  Submetemos à reflexão dos médicos da Prefeitura algumas questões, para que possam entender que, não só o movimento é justo, como também merece a adesão e a participação da classe médica.

 

1- Deterioração geral das condições de trabalho. As escalas de plantão andam incompletas. Faltam insumos e medicamentos. O mobiliário usado pelos profissionais está desgastado e não atende às normas da Ergonomia. Os médicos e outros servidores da Saúde estão sujeitos a doenças profissionais pelas más condições de trabalho.

2- Salários deploráveis. Hoje, na Prefeitura de Juiz de Fora, o vencimento inicial de um médico está abaixo dos três salários mínimos. Indigno para mão de obra altamente qualificada e inferior ao que prescreve a Lei Federal 3.999/1961,

3- Os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora sofrem discriminação salarial. Percebem menos 25% do que o nível superior. Isso decorre do fato de não ser reconhecida, pelo empregador, a carga horária especial dos profissionais. Essa é uma particularidade da Prefeitura de Juiz de Fora que humilha a classe médica.

4- Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora estão expostos a graves riscos. Trabalham com quadro de pessoal deficitário e em condições inadequadas. Faltam insumos, equipamentos, vagas para internações, procedimentos especializados, exames. Isso aumenta a demanda, o estresse profissional, expõe os médicos a risco de toda a ordem. O empregador, no caso atual a administração Custódio de Matos coloca o médico e os usuários dos serviços de saúde em risco de erros médicos e piora a qualidade do atendimento.

5- Não podemos nos esquecer que o Prefeito Custódio de Matos foi o primeiro e único que cortou os baixos salários dos médicos da Prefeitura como instrumento para reprimir as paralisações do ano passado. Outras categorias que fizeram paralisações no mesmo período não foram penalizadas dessa forma. Esse tratamento discriminatório e covarde teve por objetivo amedrontar e achincalhar a classe médica.

6- Muitos médicos, assim como milhares de servidores públicos não esquecerão o prejuízo que tiveram com a cassação das isenções a que tinham direito. A iniciativa desfavorável será sempre lembrada e associada ao nome de Custódio de Matos e dos vereadores que votaram contra o servidor público.

7- Incapacidade da Prefeitura para realizar concursos públicos.  Essa incompetência tem agravado a crise na saúde.

8- Médicos da Prefeitura não tem perspectiva de carreira no serviço público. Essa falta de esperança em relação ao futuro contribui decisivamente para não fixar os profissionais no SUS de Juiz de Fora.

9- Existência de denúncias de assédio moral nos órgãos públicos de saúde, em vários setores e sob diversas formas.

10- Gestores despreparados, escolhidos por critérios puramente políticos ou por interesses da burocracia ou interesses inconfessos da politicagem assistencialista com a Saúde, o que tem contribuído para a deterioração das condições de trabalho.

11- Desorganização do trabalho médico. Apesar das normas emanadas do CFM, muitos médicos da Prefeitura ficam sem direção clínica e sem Comissão de Ética. Esse problema (ou ilegalidade) é mais freqüente na atenção básica.

12- A atual administração acredita que o problema da Saúde é o fato dos médicos, que, na visão deles, existem em quantidade abundante, não cumprem horário ou vivem fazendo esquemas. Por isso já planejou e irá executar a vigilância eletrônica. Equipamentos de ponto biométrico, sofisticados e de custo elevadíssimo serão instalados em toda parte. Apesar disso continuará faltando esparadrapo e antibióticos.

13- Perda de credibilidade. Alguém sabe responder se a administração do Prefeito Custódio cumpriu o que foi combinado em acordo com os médicos em 2009?

 

Justificam esses fatos uma reação dos médicos da Prefeitura? Caso os profissionais acreditem que justifica, devem paralisar suas atividades no dia 20 de maio, participar do ato público na Praça da Estação, às 10 horas e da Assembléia dos Médicos da Prefeitura, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia.

 

Informação rápida? Veja em http://twitter.com/faxsindical

O Fax Sindical pode ser também lido e comentado em http://telegramasindical.blogspot.com O contato do Sindicato dos Médicos é pelo telefone 32172101.

 

 

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Juiz de Fora: Médicos da Prefeitura aprovam paralisação no dia 20 de maio.

FAX SINDICAL 264

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 264 * 13 de maio de 2010

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PREFEITURA DE JUIZ DE FORA: Médicos manifestam apoio à paralisação do dia 20 de maio.

 

Dia 20 de maio, haverá paralisação na Prefeitura e novo ato público. Servidores não concordam com proposta da administração Custódio de Matos.

 

Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã dessa quinta-feira, na Sociedade de Medicina, os médicos da Prefeitura votaram pela paralisação das atividades no dia 20 de maio e todo o apoio ao movimento unificado dos servidores públicos municipais.

 

Na Assembléia também foram discutidas questões como a rescisão da AMAC, onde a Prefeitura apresentou uma contraproposta.

 

Há uma necessidade urgente, em nome do interesse da população de Juiz de Fora, pela reestruturação da carreira de médico da Prefeitura. Os médicos atualmente sofrem violenta discriminação salarial. Percebem 25% a menos que o nível superior, porque a Prefeitura não reconhece a carga horária especial da categoria. Além disso, o vencimento básico inicial é, atualmente, inferior a três salários mínimos. No PSF a remuneração é uma das piores do Brasil. Essas distorções têm gerado inúmeras queixas e sofrimentos na população, divulgadas com freqüência pela imprensa local. Médicos dos serviços de urgência estão pedindo demissão e as escalas de plantão estão incompletas. Até agora, temos apenas um acordo não cumprido e uma declaração pública do Prefeito, em reunião com sindicalistas, de que os salários dos médicos estão defasados em relação ao mercado. Nenhuma proposta completa e aceita pelo Sindicato dos Médicos foi feita.

 

A avaliação é que a decisão dos médicos foi a resposta mais digna à administração de Custódio de Matos. É inesquecível a repressão deflagrada pela Prefeitura contra os médicos no ano passado, quando em movimento legítimo tiveram seus salários brutalmente descontados. A questão está encaminhada para decisão judicial. O propósito da administração de Custódio de Matos foi amedrontar e achincalhar os médicos. A deliberação da Assembléia de hoje demonstra que os objetivos dos atuais hóspedes do poder não foram esquecidos. Agrava a situação o fato da atual administração não ter honrado os acordos feitos com o Sindicato dos Médicos no ano passado e a crise na saúde. O Secretário Vítor Valverde foi advertido pelos médicos da Prefeitura sobre essa situação e seus riscos. Nenhuma providência foi tomada e a crise apenas se agrava. As pessoas, cada vez mais, sabem a quem responsabilizar pelas conseqüências lesivas e dramáticas disso.

 

 

Os médicos aguardam um índice de reajuste mais justo, a estruturação de uma carreira de Médico na Prefeitura, uma pauta mínima específica para as negociações com a Prefeitura, a correção das gratificações de urgência e emergência, o pagamento dos direitos trabalhistas aos médicos da AMAC e o cumprimento do que foi acertado entre Prefeitura e Sindicato no ano passado.

 

Até agora a Prefeitura de Juiz de Fora continua sendo um lugar inóspito para médicos. Aqui se ganha muito mal, o vencimento básico inicial é inferior a três salários mínimos, não se tem uma carreira profissional decente dentro do serviço público e se trabalha em condições muito precárias.

 

Outras atividades sindicais:

 

-14 de maio de 2010 - sexta-feira – nova rodada de negociações com o Secretário Vítor Valverde.

-20 de maio de 2010 – paralisação geral dos servidores da PJF e ato público onde será votado o indicativo de greve geral e reunião entre o Presidente do Sindicato, Dr. Gilson, com a assessoria jurídica do Sindicato e a diretoria da AMAC, para tratar da rescisão contratual dos médicos do PSF.

-20 de maio às 19 horas e 30 minutos – ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Assunto: encaminhamento do movimento e rescisão da AMAC.

 

Contatos e informações:

Sindicato dos Médicos – telefone de contato – (32)32172101.

                        Secretaria Geral - (32)91028146.

Informação rápida     - http://twitter.com/faxsindical

Páginas do Fax Sindical http://faxsindical.wordpress.com

                        http://telegramasindical.blogspot.com

 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Juiz de Fora: paralisação e passeata mostram força do servidor público municipal

FAX SINDICAL 263

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro». 263 * 12 de maio de 2010

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Assembléia, passeata e paralisação mostram sucesso do movimento unificado dos servidores públicos municipais de Juiz de Fora.

 

AMANHÃ 13 DE MAIO 10 HORAS E TRINTA MINUTOS

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

 

Na pauta: Movimento unificado dos servidores da Prefeitura. Cumprimento do acordo de 2010. Equiparação Já! Fim da discriminação salarial. Chega de médico ganhar menos 25% que o nível superior. Concurso para a Prefeitura com salário decente. Regularização da carreira de urgencia e emergencia. Elevação do índice de aumento.

 

Hoje Juiz de Fora viu o descontentamento do funcionalismo municipal. A cidade testemunhou a paralisação dos principais serviços públicos municipais. Uma passeata com mais de 3 mil pessoas impressionou a todos. Na Assembléia Geral Unificada mais de 4000 servidores aprovaram uma nova paralisação para o dia 20 de maio, com a realização de uma nova Assembléia Geral Unificada.

 

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Salários ruins, falta de uma carreira estruturada e deterioração de condições de trabalho expulsa médicos do serviço público.

 

*Na imprensa local repercute a entrevista do Dr. Gilson Salomão Jr., Presidente do Sindicato dos Médicos, sobre a gravidade da falta de médicos na urgência. Ontem não havia plantão de Clínica Médica no HPS. Irresponsabilidade da atual administração municipal, que finge achar que profissionais altamente qualificados podem trabalhar em condições estressantes por um salário péssimo. A cidade está a tomar conhecimento da falta de compromisso da Prefeitura com a comunidade, ao permitir que a situação chegue a esse ponto. O serviço público municipal está a expulsar os seus médicos por meio de remuneração sofrível, falta de perspectiva de carreira e deterioração das condições de atendimento médico.

 

terça-feira, 11 de maio de 2010

Fax Sindical 262

FAX SINDICAL 262

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 262 * 11 de maio de 2010

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*** ATENÇÃO *** ATENÇÃO *** ATENÇÃO ***

Assembléia Geral Extraordinária

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora

Dia 13 de maio de 2010, quinta-feira, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora

 

Hoje foi realizada reunião entre os Sindicatos que representam o funcionalismo municipal e o secretário de administração do governo de Custódio de Matos, Vitor Valverde.

 

O secretário mostrou-se intransigente quanto ao índice outorgado pela administração municipal de 7%. Revelou que a Prefeitura não cede. Os sindicalistas fizeram ver ao secretário que o problema não é a falta de recursos municipais. O vertiginoso aumento do IPTU, a cassação das isenções e o reajuste zero do ano passado, entre outros fatores, contribuíram para encher os cofres da Prefeitura. A decisão de não conceder índice menor e nem a reposição salarial de 2009 foi vista pelos sindicalistas como uma postura política da atual administração, que preferiu não investir na valorização do funcionalismo.

 

* O secretário Vitor Valverde também afirmou que a contraproposta para rescisão salarial dos médicos da AMAC foi o parcelamento em dez vezes, recusando a proposta do Sindicato dos Médicos, de pagar os 40% da multa rescisória em 3 prestações e dividir em 7 vezes os valores dos outros direitos dos médicos de família. Ou seja, os profissionais correm o risco de sair da Prefeitura sem agradecimentos e com seus direitos pulverizados em suaves prestações mensais.

 

Amanhã (dia 12 de maio) haverá paralisação dos servidores municipais e uma concentração e Assembléia unificada na Praça da Estação a partir das dez horas. É a resposta do funcionalismo àqueles que não reconhecem o seu valor. O Sindicato dos Médicos está no movimento unificado com todos os sindicatos que representam o serviço público municipal.

 

Dia 13, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina, será a vez dos médicos discutirem a sua participação no Movimento Unificado e o encaminhamento das pautas.

sábado, 8 de maio de 2010

Fax Sindical 261

FAX SINDICAL 261

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 261 * 08 de maio de 2010

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*** ATENÇÃO *** ATENÇÃO *** ATENÇÃO ***

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora - Assembléia no dia 13 de maio, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rua Braz Bernardino, 59.

 

Pauta: Campanha Salarial Unificada 2010.

 

Divulgue. Avise aos colegas e amigos. Envie emails. Telefone. Avise nos locais de trabalho. A presença de todos é importante para revelar a força do nosso movimento.

 

Extensivo a todos os médicos da Prefeitura: HPS, Regional Leste, Regional Norte, PAM Marechal, PAM Andradas, Saúde da Mulher, Saúde Mental, Casa do Servidor, SAMU, PSF, AMAC, UBS, Regulação, Central de Vagas, Auditoria e todos os órgãos e unidades da Prefeitura. Todos devem participar.

 

 

SINDICATOS REUNIRAM-SE COM O PREFEITO.

 

Em reunião com sindicalistas que representam os servidores públicos municipais, na tarde do dia 7 de maio, o Prefeito Custódio de Matos reconheceu a crise do serviço público de saúde de Juiz de Fora, já amplamente denunciada pelo Sindicato dos Médicos e também declarou que os salários dos médicos da Prefeitura estão defasados em relação aos valores praticados pelo mercado.

 

Quanto ao índice proposto de 7%, foi irredutível. Disse que não será alterado, já que o índice, segundo ele, não é estabelecido apenas pelos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas também pela disponibilidade financeira da Prefeitura.

 

O Sindicato dos Médicos, juntamente com o SINSERPÚ e os sindicatos de professores e engenheiros, mantém a convocação de uma paralisação para o dia 12 de maio, com assembléia geral unificada para todo o funcionalismo municipal, a se realizar no dia 12 de maio, às 10 horas, na Praça da Estação.

 

No dia seguinte, 13 de maio, o Sindicato dos Médicos chama todos os médicos da Prefeitura para uma reunião, a partir de 10 horas e trinta minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, para ouvir e deliberar com os profissionais sobre a campanha salarial unificada de 2010. Serão feitos informes sobre o movimento e na pauta estarão, além da luta pelo reajuste, a equiparação salarial dos médicos, com pleno reconhecimento da carga horária especial (atualmente os médicos percebem menos 25% do que o nível superior) e o cumprimento do acordo de 2009, que prevê a criação de um plano de cargos, carreira e remuneração para os médicos e uma comissão permanente para avaliar as condições de atendimento médico à população de Juiz de Fora.

 

O Fax Sindical pode ser acompanhado no Twitter em twitter.com/faxsindical

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fax Sindical 260

FAX SINDICAL 260

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 260 * 6 de maio de 2010

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AVISO SINDICAL IMPORTANTÍSSIMO

 

Atenção *** Atenção *** Atenção

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora

 

PSF - AMAC - HPS - REGIONAL LESTE - PAI - REGIONAL NORTE - SAMU - UBS - PAM Marechal - PAM Andradas - Saúde Mental - Instituto da Mulher - Casa do Servidor - DESAT e todas as unidades

 

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA para tratar da campanha salarial de 2010 - Índice de aumento - Fim da discriminação salarial contra os médicos - gratificações - cargo - carreira e remuneração.

 

Compareça. Divulgue. Mobilize. Avise os colegas e os chame para Assembléia. É importante.

 

O dia vai ser 13 de maio, quinta-feira próxima. A hora vai ser 11 horas da manhã. Repetimos e confirmamos: 11 horas da manhã. O local é a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Rua Braz Bernardino, 59. A hora é de lutar. Todos à Sociedade de Medicina no dia 13 de maio às 11 horas.

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JUIZ DE FORA: Campanha salarial unificada 2010

Prefeito receberá sindicalistas.

 

Depois de longo isolamento, Custódio de Matos receberá sindicalistas da Prefeitura para tratar de reajuste salarial.

 

A reunião se dará na Prefeitura, às 15 horas da sexta-feira, 7 de maio. Analistas avaliam que os sindicalistas devem esperar pouco desse encontro com o prefeito Custódio.

 

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FIM DO CÓDIGO 7 PODE LEVAR SUS DE JUIZ DE FORA AO COLAPSO.

 

Secretário Geral do Sindicato dos Médicos e representantes dos hospitais procuram Secretária de Saúde de JF para tratar dos honorários dos médicos prestadores autônomos de serviços ao SUS.

 

A reunião foi hoje (06/05) às 15 horas, na Secretaria de Saúde. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, representado pelo seu Secretário Geral, reuniu-se com a secretária de saúde de Juiz de Fora, Maria Rute dos Santos, para tratar da manutenção do código 7. Uma portaria de 4 anos atrás determina a morte do código 7 em Juiz de Fora, seguindo os ditames do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. Essa portaria não foi inspirada, por certo, na melhoria da qualidade dos serviços médicos.

 

Legalismos covardes à parte, a Secretária mostrou-se uma pessoa amedrontada, comparando-se a alguém a quem se coloca uma faca no pescoço. Disse que a auditoria do SUS considerou o código 7 uma grave irregularidade e que há pressões do Ministério Público Estadual. Disse que não poderá recontratualizar os serviços do SUS com as instituições de saúde enquanto persistir o código 7.

 

Essas palavras pareceram estranhas aos interlocutores, porque é público e notório que em Belo Horizonte e 90% do território mineiro ainda vigora o código 7, por força de liminar obtida pela Associação dos Hospitais de Belo Horizonte. Sabemos também que no Rio Grande do Sul foi feito um acordo que mantém o código 7 em todo o Estado. Portanto, os auditores do Ministério da Saúde não estariam informados corretamente e estariam de olho nos médicos de Juiz de Fora. Noventa por cento dos doutores ganham mal e realizam poucos procedimentos por uma tabela desatualizada, defasada e achatada.

 

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora já está na Justiça em defesa do código 7. Desde o ano de 2007. É o processo 2007.38.01.04229-8. O juiz substituto Leandro Saon C. Bianco negou a antecipação de tutela pedida liminarmente pelo advogado do Sindicato, Dr. João Fernando Lourenço, dizendo que os médicos gozam de condições econômicas significativas para suportar os prejuízos que vão decorrer da extinção do código 7, até que a Justiça resolva quando e como vai se pronunciar sobre o assunto. A hipótese de muitos profissionais desistirem de trabalhar para o SUS, diminuírem a sua produtividade e disso provocar um prejuízo importante sobre a saúde pública não entrou nas considerações do meritíssimo. Pobre SUS. Pobre Juiz de Fora.

 

O presidente da Associação dos Hospitais de Juiz de Fora, representação classista dos hospitais e casas de saúde privadas e filantrópicas de Juiz de Fora, Dr. Gilson Calamelli, também presente à reunião, juntamente com o Diretor Clínico da Casa de Saúde Aragão Villar e coordenador de Psiquiatria do HPS, Dr. Carlos Megda, declarou que pedirá a extensão da liminar já ganha em Belo Horizonte, pela Associação dos Hospitais de Minas Gerais, também ao município de Juiz de Fora.

 

O Secretário Geral do Sindicato dos Médicos, Dr. Geraldo Sette, declarou que a extinção do código 7 é uma irresponsabilidade, porque agrava a situação do SUS, que já não anda boa em Juiz de Fora. Declarou que é de grande utilidade que a opinião pública seja corretamente informada desse risco, que é muito sério. Disse que ao negar a liminar o juiz não teve em mente as conseqüências negativas previsíveis que decorrerão dessa decisão.

 

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