quinta-feira, 13 de maio de 2010

Juiz de Fora: Médicos da Prefeitura aprovam paralisação no dia 20 de maio.

FAX SINDICAL 264

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 264 * 13 de maio de 2010

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PREFEITURA DE JUIZ DE FORA: Médicos manifestam apoio à paralisação do dia 20 de maio.

 

Dia 20 de maio, haverá paralisação na Prefeitura e novo ato público. Servidores não concordam com proposta da administração Custódio de Matos.

 

Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã dessa quinta-feira, na Sociedade de Medicina, os médicos da Prefeitura votaram pela paralisação das atividades no dia 20 de maio e todo o apoio ao movimento unificado dos servidores públicos municipais.

 

Na Assembléia também foram discutidas questões como a rescisão da AMAC, onde a Prefeitura apresentou uma contraproposta.

 

Há uma necessidade urgente, em nome do interesse da população de Juiz de Fora, pela reestruturação da carreira de médico da Prefeitura. Os médicos atualmente sofrem violenta discriminação salarial. Percebem 25% a menos que o nível superior, porque a Prefeitura não reconhece a carga horária especial da categoria. Além disso, o vencimento básico inicial é, atualmente, inferior a três salários mínimos. No PSF a remuneração é uma das piores do Brasil. Essas distorções têm gerado inúmeras queixas e sofrimentos na população, divulgadas com freqüência pela imprensa local. Médicos dos serviços de urgência estão pedindo demissão e as escalas de plantão estão incompletas. Até agora, temos apenas um acordo não cumprido e uma declaração pública do Prefeito, em reunião com sindicalistas, de que os salários dos médicos estão defasados em relação ao mercado. Nenhuma proposta completa e aceita pelo Sindicato dos Médicos foi feita.

 

A avaliação é que a decisão dos médicos foi a resposta mais digna à administração de Custódio de Matos. É inesquecível a repressão deflagrada pela Prefeitura contra os médicos no ano passado, quando em movimento legítimo tiveram seus salários brutalmente descontados. A questão está encaminhada para decisão judicial. O propósito da administração de Custódio de Matos foi amedrontar e achincalhar os médicos. A deliberação da Assembléia de hoje demonstra que os objetivos dos atuais hóspedes do poder não foram esquecidos. Agrava a situação o fato da atual administração não ter honrado os acordos feitos com o Sindicato dos Médicos no ano passado e a crise na saúde. O Secretário Vítor Valverde foi advertido pelos médicos da Prefeitura sobre essa situação e seus riscos. Nenhuma providência foi tomada e a crise apenas se agrava. As pessoas, cada vez mais, sabem a quem responsabilizar pelas conseqüências lesivas e dramáticas disso.

 

 

Os médicos aguardam um índice de reajuste mais justo, a estruturação de uma carreira de Médico na Prefeitura, uma pauta mínima específica para as negociações com a Prefeitura, a correção das gratificações de urgência e emergência, o pagamento dos direitos trabalhistas aos médicos da AMAC e o cumprimento do que foi acertado entre Prefeitura e Sindicato no ano passado.

 

Até agora a Prefeitura de Juiz de Fora continua sendo um lugar inóspito para médicos. Aqui se ganha muito mal, o vencimento básico inicial é inferior a três salários mínimos, não se tem uma carreira profissional decente dentro do serviço público e se trabalha em condições muito precárias.

 

Outras atividades sindicais:

 

-14 de maio de 2010 - sexta-feira – nova rodada de negociações com o Secretário Vítor Valverde.

-20 de maio de 2010 – paralisação geral dos servidores da PJF e ato público onde será votado o indicativo de greve geral e reunião entre o Presidente do Sindicato, Dr. Gilson, com a assessoria jurídica do Sindicato e a diretoria da AMAC, para tratar da rescisão contratual dos médicos do PSF.

-20 de maio às 19 horas e 30 minutos – ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Assunto: encaminhamento do movimento e rescisão da AMAC.

 

Contatos e informações:

Sindicato dos Médicos – telefone de contato – (32)32172101.

                        Secretaria Geral - (32)91028146.

Informação rápida     - http://twitter.com/faxsindical

Páginas do Fax Sindical http://faxsindical.wordpress.com

                        http://telegramasindical.blogspot.com

 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Juiz de Fora: paralisação e passeata mostram força do servidor público municipal

FAX SINDICAL 263

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro». 263 * 12 de maio de 2010

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Assembléia, passeata e paralisação mostram sucesso do movimento unificado dos servidores públicos municipais de Juiz de Fora.

 

AMANHÃ 13 DE MAIO 10 HORAS E TRINTA MINUTOS

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

 

Na pauta: Movimento unificado dos servidores da Prefeitura. Cumprimento do acordo de 2010. Equiparação Já! Fim da discriminação salarial. Chega de médico ganhar menos 25% que o nível superior. Concurso para a Prefeitura com salário decente. Regularização da carreira de urgencia e emergencia. Elevação do índice de aumento.

 

Hoje Juiz de Fora viu o descontentamento do funcionalismo municipal. A cidade testemunhou a paralisação dos principais serviços públicos municipais. Uma passeata com mais de 3 mil pessoas impressionou a todos. Na Assembléia Geral Unificada mais de 4000 servidores aprovaram uma nova paralisação para o dia 20 de maio, com a realização de uma nova Assembléia Geral Unificada.

 

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Salários ruins, falta de uma carreira estruturada e deterioração de condições de trabalho expulsa médicos do serviço público.

 

*Na imprensa local repercute a entrevista do Dr. Gilson Salomão Jr., Presidente do Sindicato dos Médicos, sobre a gravidade da falta de médicos na urgência. Ontem não havia plantão de Clínica Médica no HPS. Irresponsabilidade da atual administração municipal, que finge achar que profissionais altamente qualificados podem trabalhar em condições estressantes por um salário péssimo. A cidade está a tomar conhecimento da falta de compromisso da Prefeitura com a comunidade, ao permitir que a situação chegue a esse ponto. O serviço público municipal está a expulsar os seus médicos por meio de remuneração sofrível, falta de perspectiva de carreira e deterioração das condições de atendimento médico.

 

terça-feira, 11 de maio de 2010

Fax Sindical 262

FAX SINDICAL 262

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 262 * 11 de maio de 2010

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*** ATENÇÃO *** ATENÇÃO *** ATENÇÃO ***

Assembléia Geral Extraordinária

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora

Dia 13 de maio de 2010, quinta-feira, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora

 

Hoje foi realizada reunião entre os Sindicatos que representam o funcionalismo municipal e o secretário de administração do governo de Custódio de Matos, Vitor Valverde.

 

O secretário mostrou-se intransigente quanto ao índice outorgado pela administração municipal de 7%. Revelou que a Prefeitura não cede. Os sindicalistas fizeram ver ao secretário que o problema não é a falta de recursos municipais. O vertiginoso aumento do IPTU, a cassação das isenções e o reajuste zero do ano passado, entre outros fatores, contribuíram para encher os cofres da Prefeitura. A decisão de não conceder índice menor e nem a reposição salarial de 2009 foi vista pelos sindicalistas como uma postura política da atual administração, que preferiu não investir na valorização do funcionalismo.

 

* O secretário Vitor Valverde também afirmou que a contraproposta para rescisão salarial dos médicos da AMAC foi o parcelamento em dez vezes, recusando a proposta do Sindicato dos Médicos, de pagar os 40% da multa rescisória em 3 prestações e dividir em 7 vezes os valores dos outros direitos dos médicos de família. Ou seja, os profissionais correm o risco de sair da Prefeitura sem agradecimentos e com seus direitos pulverizados em suaves prestações mensais.

 

Amanhã (dia 12 de maio) haverá paralisação dos servidores municipais e uma concentração e Assembléia unificada na Praça da Estação a partir das dez horas. É a resposta do funcionalismo àqueles que não reconhecem o seu valor. O Sindicato dos Médicos está no movimento unificado com todos os sindicatos que representam o serviço público municipal.

 

Dia 13, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina, será a vez dos médicos discutirem a sua participação no Movimento Unificado e o encaminhamento das pautas.

sábado, 8 de maio de 2010

Fax Sindical 261

FAX SINDICAL 261

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 261 * 08 de maio de 2010

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*** ATENÇÃO *** ATENÇÃO *** ATENÇÃO ***

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora - Assembléia no dia 13 de maio, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rua Braz Bernardino, 59.

 

Pauta: Campanha Salarial Unificada 2010.

 

Divulgue. Avise aos colegas e amigos. Envie emails. Telefone. Avise nos locais de trabalho. A presença de todos é importante para revelar a força do nosso movimento.

 

Extensivo a todos os médicos da Prefeitura: HPS, Regional Leste, Regional Norte, PAM Marechal, PAM Andradas, Saúde da Mulher, Saúde Mental, Casa do Servidor, SAMU, PSF, AMAC, UBS, Regulação, Central de Vagas, Auditoria e todos os órgãos e unidades da Prefeitura. Todos devem participar.

 

 

SINDICATOS REUNIRAM-SE COM O PREFEITO.

 

Em reunião com sindicalistas que representam os servidores públicos municipais, na tarde do dia 7 de maio, o Prefeito Custódio de Matos reconheceu a crise do serviço público de saúde de Juiz de Fora, já amplamente denunciada pelo Sindicato dos Médicos e também declarou que os salários dos médicos da Prefeitura estão defasados em relação aos valores praticados pelo mercado.

 

Quanto ao índice proposto de 7%, foi irredutível. Disse que não será alterado, já que o índice, segundo ele, não é estabelecido apenas pelos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas também pela disponibilidade financeira da Prefeitura.

 

O Sindicato dos Médicos, juntamente com o SINSERPÚ e os sindicatos de professores e engenheiros, mantém a convocação de uma paralisação para o dia 12 de maio, com assembléia geral unificada para todo o funcionalismo municipal, a se realizar no dia 12 de maio, às 10 horas, na Praça da Estação.

 

No dia seguinte, 13 de maio, o Sindicato dos Médicos chama todos os médicos da Prefeitura para uma reunião, a partir de 10 horas e trinta minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, para ouvir e deliberar com os profissionais sobre a campanha salarial unificada de 2010. Serão feitos informes sobre o movimento e na pauta estarão, além da luta pelo reajuste, a equiparação salarial dos médicos, com pleno reconhecimento da carga horária especial (atualmente os médicos percebem menos 25% do que o nível superior) e o cumprimento do acordo de 2009, que prevê a criação de um plano de cargos, carreira e remuneração para os médicos e uma comissão permanente para avaliar as condições de atendimento médico à população de Juiz de Fora.

 

O Fax Sindical pode ser acompanhado no Twitter em twitter.com/faxsindical

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fax Sindical 260

FAX SINDICAL 260

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 260 * 6 de maio de 2010

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AVISO SINDICAL IMPORTANTÍSSIMO

 

Atenção *** Atenção *** Atenção

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora

 

PSF - AMAC - HPS - REGIONAL LESTE - PAI - REGIONAL NORTE - SAMU - UBS - PAM Marechal - PAM Andradas - Saúde Mental - Instituto da Mulher - Casa do Servidor - DESAT e todas as unidades

 

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA para tratar da campanha salarial de 2010 - Índice de aumento - Fim da discriminação salarial contra os médicos - gratificações - cargo - carreira e remuneração.

 

Compareça. Divulgue. Mobilize. Avise os colegas e os chame para Assembléia. É importante.

 

O dia vai ser 13 de maio, quinta-feira próxima. A hora vai ser 11 horas da manhã. Repetimos e confirmamos: 11 horas da manhã. O local é a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Rua Braz Bernardino, 59. A hora é de lutar. Todos à Sociedade de Medicina no dia 13 de maio às 11 horas.

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JUIZ DE FORA: Campanha salarial unificada 2010

Prefeito receberá sindicalistas.

 

Depois de longo isolamento, Custódio de Matos receberá sindicalistas da Prefeitura para tratar de reajuste salarial.

 

A reunião se dará na Prefeitura, às 15 horas da sexta-feira, 7 de maio. Analistas avaliam que os sindicalistas devem esperar pouco desse encontro com o prefeito Custódio.

 

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FIM DO CÓDIGO 7 PODE LEVAR SUS DE JUIZ DE FORA AO COLAPSO.

 

Secretário Geral do Sindicato dos Médicos e representantes dos hospitais procuram Secretária de Saúde de JF para tratar dos honorários dos médicos prestadores autônomos de serviços ao SUS.

 

A reunião foi hoje (06/05) às 15 horas, na Secretaria de Saúde. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, representado pelo seu Secretário Geral, reuniu-se com a secretária de saúde de Juiz de Fora, Maria Rute dos Santos, para tratar da manutenção do código 7. Uma portaria de 4 anos atrás determina a morte do código 7 em Juiz de Fora, seguindo os ditames do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. Essa portaria não foi inspirada, por certo, na melhoria da qualidade dos serviços médicos.

 

Legalismos covardes à parte, a Secretária mostrou-se uma pessoa amedrontada, comparando-se a alguém a quem se coloca uma faca no pescoço. Disse que a auditoria do SUS considerou o código 7 uma grave irregularidade e que há pressões do Ministério Público Estadual. Disse que não poderá recontratualizar os serviços do SUS com as instituições de saúde enquanto persistir o código 7.

 

Essas palavras pareceram estranhas aos interlocutores, porque é público e notório que em Belo Horizonte e 90% do território mineiro ainda vigora o código 7, por força de liminar obtida pela Associação dos Hospitais de Belo Horizonte. Sabemos também que no Rio Grande do Sul foi feito um acordo que mantém o código 7 em todo o Estado. Portanto, os auditores do Ministério da Saúde não estariam informados corretamente e estariam de olho nos médicos de Juiz de Fora. Noventa por cento dos doutores ganham mal e realizam poucos procedimentos por uma tabela desatualizada, defasada e achatada.

 

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora já está na Justiça em defesa do código 7. Desde o ano de 2007. É o processo 2007.38.01.04229-8. O juiz substituto Leandro Saon C. Bianco negou a antecipação de tutela pedida liminarmente pelo advogado do Sindicato, Dr. João Fernando Lourenço, dizendo que os médicos gozam de condições econômicas significativas para suportar os prejuízos que vão decorrer da extinção do código 7, até que a Justiça resolva quando e como vai se pronunciar sobre o assunto. A hipótese de muitos profissionais desistirem de trabalhar para o SUS, diminuírem a sua produtividade e disso provocar um prejuízo importante sobre a saúde pública não entrou nas considerações do meritíssimo. Pobre SUS. Pobre Juiz de Fora.

 

O presidente da Associação dos Hospitais de Juiz de Fora, representação classista dos hospitais e casas de saúde privadas e filantrópicas de Juiz de Fora, Dr. Gilson Calamelli, também presente à reunião, juntamente com o Diretor Clínico da Casa de Saúde Aragão Villar e coordenador de Psiquiatria do HPS, Dr. Carlos Megda, declarou que pedirá a extensão da liminar já ganha em Belo Horizonte, pela Associação dos Hospitais de Minas Gerais, também ao município de Juiz de Fora.

 

O Secretário Geral do Sindicato dos Médicos, Dr. Geraldo Sette, declarou que a extinção do código 7 é uma irresponsabilidade, porque agrava a situação do SUS, que já não anda boa em Juiz de Fora. Declarou que é de grande utilidade que a opinião pública seja corretamente informada desse risco, que é muito sério. Disse que ao negar a liminar o juiz não teve em mente as conseqüências negativas previsíveis que decorrerão dessa decisão.

 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

MÉDICOS JF SINDICATO CONVOCA ASSEMBLÉIA

_______ FAX SINDICAL 259_______

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.

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N° 259 - Ano V - 05 de maio 2010

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MUITO IMPORTANTE: ASSEMBLÉIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.

 

***AVISO SINDICAL***

 

Atenção Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.

 

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.

 

Divulguem para todos os colegas:

 

Dia 13 de maio de 2010, a partir de 19 horas e 30 minutos, vai acontecer na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, Rua Braz Bernardino, 59, uma Assembléia Geral Extraordinária tendo como pauta a campanha salarial 2010 na Prefeitura de Juiz de Fora. A presença de todos é importante para mostrar a força da categoria profissional. Divulgue. Participe. Mobilize-se.

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Prefeitura de Juiz de Fora: Servidores Públicos Municipais em campanha unificada.

 

ASSEMBLÉIA UNIFICADA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS - DIA 12 DE MAIO ÀS 10 HORAS NA PRAÇA DA ESTAÇÃO. COMPAREÇA!

 

Sindicalistas rejeitam reajuste de 7%, reivindicam presença do Prefeito e recusam discussão de pauta específica até definição de um índice linear satisfatório para toda a categoria.

 

Em reunião realizada no dia 03 de maio, os representantes dos sindicatos envolvidos com a Prefeitura reafirmaram a disposição de não aceitar discussões que envolvam questões específicas de pauta antes de esgotada a discussão do índice de reajuste linear, a ser aplicado a todos os servidores.

 

No dia seguinte, representantes de todos os sindicatos envolvidos na negociação compareceram à Prefeitura, para dizer ao Secretário Vitor Valverde que a questão do índice precisa estar resolvida antes da discussão de pautas específicas e para reafirmar a reivindicação da presença do Prefeito nas negociações.

 

Dia 12 de maio haverá uma assembléia unificada do funcionalismo, com paralisação. No dia seguinte, 13/5, os médicos da Prefeitura deverão se reunir com a diretoria do Sindicato dos Médicos para uma avaliação do movimento.

 

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Sindicato dos Médicos denuncia deterioração do SUS em Juiz de Fora.

 

Em reuniões e na Imprensa:

Presidente do Sindicato dos Médicos denuncia más condições de atendimento e remuneração e expõe a grave deterioração do SUS que decorre dessa dura realidade.

 

Em entrevista concedida à TV Panorama, no dia 03 de maio, o Presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão, expôs para a opinião pública e autoridades de Juiz de Fora a gravidade da crise que se abate sobre o SUS local, afetando especialmente os serviços de urgência e emergência.

 

Esses problemas são conhecidos da população, por renderem sucessivas notícias na nossa imprensa.

 

A falta de plantonistas foi um dos temas mais graves. Enquanto Dr. Gilson concedia a entrevista, no HPS havia apenas um plantonista de Clínica Médica e na Regional Leste nenhum.

 

O serviço de Cirurgia do HPS já havia se queixado ao CRM da falta de profissionais e da escala incompleta. O problema se arrasta até hoje sem solução. A Regional Norte não está tendo pediatra no final de semana e os profissionais do PAI, sobrecarregados, já falam em demissão. A idéia de demissão também está na agenda de muitos profissionais do serviço de Traumatologia do HPS. A emergência psiquiátrica passou o último fim de semana sem médico, o que agravou ainda mais os sofrimentos e dificuldades de pacientes e familiares dessa área, que já sofre com grave falta de recursos assistenciais.

 

Não há como negar que a remuneração médica no serviço público, a falta de uma perspectiva de carreira nos serviços públicos municipais, são fatores que pesam. Não são atrativos para os médicos e nem os fixam no SUS. Negar isso seria cinismo ou indiferença criminosa.

 

No mesmo dia o Presidente do Sindicato reuniu-se com representantes dos conselhos de saúde da Zona Norte, ouvindo queixas e denúncias contra as graves condições da assistência naquela região e esclarecendo os interlocutores quanto aos graves problemas que rondam, cada vez mais, o SUS de Juiz de Fora.

 

A opinião pública e as autoridades estão cientes da existência do problema e de sua gravidade. A população está cansada do sofrimento decorrente dessa grave situação. Esperam-se providências e responsabilidade.

 

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Fax Sindical 258

Fax Sindical 258

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 258 * 1 de maio de 2010.

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Negociações coletivas 2010 - Prefeitura de Juiz de Fora.

 

Sindicatos mantêm posição e querem presença de Custódio nas negociações.

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Sindicatos mantêm unidade nas negociações com a Prefeitura. 7% são insuficientes.

 

No dia 29 de abril realizou-se mais uma rodada das negociações coletivas entre a Prefeitura de Juiz de Fora e os sindicatos que representam os servidores públicos municipais, entre eles o Sindicato dos Médicos, representante classista dos 970 médicos que atuam no SUS de Juiz de Fora.

 

Na reunião restou demonstrado que um aumento superior a sete por cento é possível sem ferir os chamados limites prudenciais estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa lei tem sido usada como argumento contrário à concessão de reajustes aos servidores municipais. É possível perceber a desvalorização do servidor público municipal ao longo do tempo. Categorias que ganhavam mais que o mínimo agora ganham menos, obrigando a administração municipal a conceder abonos para completar o valor. Essa desvalorização causa desânimo e afeta de forma importante serviços públicos indispensáveis, como educação e saúde, entre outros. Na área de saúde a remuneração ruim coloca em risco até mesmo o funcionamento de serviços essenciais, como hospitais e unidades de pronto atendimento.

 

Os sindicalistas municipais insistem na discussão do índice e têm compromisso de não abordarem pautas específicas de qualquer categoria enquanto esse impasse não for resolvido. Em razão disso foi solicitada a presença do Prefeito nas negociações. Aguarda-se o agendamento de uma próxima reunião.

 

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PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. A crise do SUS -

 

Crise na Saúde em Minas Gerais: Remuneração de profissionais liberais autônomos que prestam serviços ao SUS pode expulsar profissionais e  agravar crise no sistema.

 

Mais de 200 médicos ainda atuam no SUS de Juiz de Fora, como prestadores autônomos de serviços. Eles atuam em várias especialidades clínicas e cirúrgicas, respondendo por milhares de procedimentos diagnósticos e terapêuticos realizados semanalmente. Esses profissionais recebem seus honorários da Prefeitura, diretamente, por meio de verba carimbada (destinada especificamente a essa finalidade) enviada pelo Governo Federal.

 

É de conhecimento público o péssimo valor da tabela do SUS. A Prefeitura de Juiz de Fora quer parar de pagar o código 7. Nesse caso o recurso para pagamento de honorários médicos seria repassado a hospitais ou cooperativas. No primeiro caso, encontramos a indisposição dos hospitais em aceitar esse encargo. No segundo, teríamos que os médicos veriam seus honorários emagrecerem em 20% que iriam para os cofres de uma cooperativa.

 

O assunto está sub judice. Em Belo Horizonte, o Sindicato dos Hospitais de Minas conseguiu liminar que mantém o código 7. Em Juiz de Fora o Sindicato entrou na Justiça. Não obteve liminar, mas o mérito da questão ainda deve ser julgado. A Secretaria de Saúde não quer esperar e volta à carga com essa história de acabar com o código 7. O Sindicato avalia isso como retrocesso e irresponsabilidade. Nossas autoridades fingem não saber que o fim do código 7 empurrará dezenas de médicos para fora do SUS e agravará ainda mais a crise do sistema. Pagam para ver, à custa do sofrimento dos usuários do SUS e do empobrecimento da classe médica.

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Crise na saúde pública em Minas Gerais.

 

Briga política e lentidão ou omissão das autoridades impede funcionamento de hospital em Lajinha, na Zona da Mata. Médicos devem ficar atentos quanto ao uso político-eleitoreiro de seu trabalho. Médicos devem saber fazer política para a defesa da classe e da saúde pública.

 

 

Um impasse entre a Prefeitura e a administração do hospital filantrópico Belizário Miranda, no município de Lajinha (Zona da Mata), coloca em risco o funcionamento da instituição, prejudicando a população que precisa recorrer a municípios vizinhos para buscar socorro. O problema foi tema de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, realizada na cidade, nesta sexta-feira (30/4/10). A reunião foi motivada por um abaixo-assinado com 6,3 mil assinaturas, encaminhado à comissão, e aconteceu diante de uma Câmara Municipal lotada. O público chegou a ocupar a calçada do lado de fora do prédio.

 

Em 2006, foi rompido um convênio entre a Prefeitura e a instituição, que passa, segundo seus dirigentes, por dificuldades financeiras. De acordo com o vice-prefeito, Adriano Rangel de Oliveira, o município assume o pronto-atendimento, em unidade própria e, em casos mais graves, disponibiliza ambulância para transferir pacientes a outras cidades.

Fonte: almg.gov.br/Not/BancoDeNoticias/Not_791251.asp

 

Ribeirão Preto acerta prêmio por produtividade individual a médicos municipais.

 

A partir de maio, os médicos da rede municipal passarão a receber um salário básico inicial mensal no valor de R$ 4,8 mil para 20 horas semanais trabalhadas. O plano de incentivo ainda prevê uma garantia de prêmio por produtividade de R$ 800 e se os profissionais atingirem a meta estipulada de acordo com a demanda, o acréscimo pode chegar a R$ 1 mil.

A decisão ainda prevê o recebimento de R$ 86 para os profissionais que não faltarem ao trabalho.

 

Somente aos mais ricos interessa um Estado pobre!

 

Sindicatos e central sindical alemã organizam eventos de Primeiro de Maio. Presidente da central sindical alemã declara que somente aos ricos interessa um estado pobre.

 

Em toda a Alemanha, a DGB organizou 440 eventos de protesto neste 1° de maio. Durante a principal manifestação, em Essen, o presidente da central sindical, Michael Sommer, reclamou que, "apesar de muitas promessas e palavras amenas, os mercados financeiros ainda não estão regulados". Segundo ele, são necessárias outras medidas, menos perenes, para assegurar empregos no país. "Precisamos de um Estado social e de uma economia que sirva ao ser humano", afirmou o sindicalista.

 

Sommer criticou ainda o Partido Liberal (FDP), que faz parte da coalizão que governa o país. "Os planos fiscais dos liberais já são, em seu âmago, profundamente injustos. Somente os ricos podem se dar ao luxo de ter um Estado pobre", disse ele.

 

Crise na Saúde em Minas Gerais: Médicos de Contagem param atendimento eletivo no Hospital Municipal na próxima quinta-feira, 6 de maio

 

Sem retorno sobre o valor do reajuste, prometido para a reunião de ontem, dia 29 de abril, com o secretário de Saúde, Eduardo Penna, os médicos de Contagem resolveram em Assembléia Geral Extraordinária (AGE), iniciar um movimento de paralisação como protesto e forma de pressão.

 

No próximo dia 6 de maio, data da nova reunião com o secretário, serão suspensos todos os atendimentos eletivos no Hospital Municipal José Lucas Filho. Os demais serviços de saúde no município funcionarão normalmente.

 

Outras paralisações pontuais serão realizadas até que a categoria obtenha um retorno positivo às suas reivindicações. A comissão de mobilização, aberta a todos os médicos de Contagem, se reúne na segunda-feira, dia 3, às 18 horas no sindicato, para organizar a paralisação e definir as ações de comunicação e divulgação. Uma nova AGE foi marcada para a quinta-feira, 6 de maio, às 19 horas, no auditório do Sinmed-MG.

 

Situação caótica da Saúde

 

Durante a AGE, houve várias denúncias sobre a precariedade do atendimento em Contagem. Entre os graves problemas de desassistência relatados estão a falta crônica de pediatras em várias UAIs e no hospital; cirurgias deixando de ser realizadas por falta de anestesistas; deficiência de neurologistas, cardiologistas, hematologistas e muitos outros especialistas; o município não dispõe de cirurgia ortopédica, expondo pacientes vítimas de acidentes corriqueiros a seqüelas graves, devido ao atendimento tardio em outros municípios; no PSF, um médico chega a atender até 50 pacientes por dia por falta de equipes; pacientes chegam a ficar 48 horas entubados em UAIs aguardando transferência para CTI. A situação, aliada aos baixos salários- cerca de 30% inferiores à remuneração da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte - tem levado vários médicos a pedirem demissão.

Confira abaixo a pauta de reivindicações enviada à Prefeita de Contagem, Marília Campos, e ao secretário de Saúde do município, Eduardo Caldeira de Souza Penna, em 25 de março.

-Equiparação imediata dos salários de Contagem aos de mesma categoria da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, ou seja, equiparar os salários do Hospital Municipal e Maternidade de Contagem com os salários do Hospital Municipal Odilon Behrens e os salários das UAI's com os salários das UPA's e PSF;

- Envio imediato a Câmara Municipal de Projeto de Lei que estabeleça cronograma de recomposição salarial escalonada para os próximos 4 anos, até atingir o salário mínimo profissional sugerido pela Federação Nacional dos Médicos que atualmente é de R$8.594,35 (oito mil quinhentos e noventa e quatro reais e trinta e cinco centavos) para 20 horas semanais;

- Implantação e efetivação da Mesa Permanente de Negociação do SUS, com realização de reuniões mensais;

-Criação de comissão permanente visando a discussão e implantação de melhores condições de trabalho;

- Implantação imediata do Plano de Cargo, Carreira e Salários do município;

-Extensão de todos os benefícios conquistados nesta campanha aos médicos contratados e médicos vinculados a Fundação de Assistência Médica e Urgência de Contagem – FAMUC.

sinmedmg.org.br/?n1=noticia&codigo=1016

 

Valor de ISS - decisão judicial impede prefeituras de serem sócias parasitárias de profissionais liberais. Recurso foi da OAB.

 

Os escritórios de advocacia dos municípios de Porto Alegre, Rio Grande e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, conseguiram na Justiça recolher um valor fixo do ISS por profissional da sociedade e não sobre o faturamento das bancas. A cobrança fixa para as sociedades de advogados está prevista em lei federal. Mas alguns municípios possuem normas que estabelecem uma alíquota do ISS - que variam de 2% a 5% - sobre o faturamento da banca. A alteração, dependendo do tamanho do escritório, pode representar um aumento significativo de arrecadação para o município, pois o valor fixo é de apenas R$ 200 por sócio. A tentativa, porém, tem sido barrada pela Justiça. A notícia é do Valor Econômico.

Quem quiser saber mais detalhes pode ler em

www.stj.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh=121052&iABA=Not%C3%ADcias&exp=

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